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Os muitos lados da maternidade

“Só sei que nada sei” tem mais de dois mil anos e ajusta-se como luva quando se fala em maternidade. Tudo o que se pretendia ou idealizou antes e durante a gestação muda, toma mil caminhos desconhecidos no cotidiano de recente mamãe.

É difícil autoanalisar-se por hipóteses e é fácil perante novas situações não se saber qual a melhor atitude a tomar, mais ainda quando a responsabilidade chega a nossos braços chorando, com nome e tudo, e é sua cada ação.

Estereótipos podem ser muitos e que não se enquadram em cada individualidade: mães sensíveis demais ou com senso de responsabilidade acerbada podem sofrer muito e ter reações inesperadas. Ninguém pode negar que os primeiros meses da vida do bebê sobrecarregam os demais. Às vezes, o pouco tempo da licença e a falta de recursos diversos podem apavorar e cada uma tem sua resposta a esta difícil tarefa.

A sociedade fez um padrão de comportamento que pensa deve seguir-se e exceções à regra são criticadas. Mas o bom senso reconhece que as variantes são infinitas e o prazer ou sofrimento deste momento conturbado e difícil é absolutamente próprio de cada uma.

Se falta algo, que parentes, amigos e profissionais da área médica fiquem a postos. O que virá após é uma mamãe amorosa, valente e disponível a dedicar-se ao filho querido por anos a fio, isto é definitivo.

Para futuras ou atuais recém-mamães o que é certo é que, além de trabalhos e sentimentos intensos, que às vezes podem confundir, virá uma calmaria ou domínio das inúmeras dificuldades, uma experiência mais prazerosa, um sentimento estável com a luta diária pelo filho, a vencer adversidades, tornar-se melhor, plena e mais forte.

Acordar a leoa que há em cada mãe. Aproveite esse início que passa logo e só acrescentará algo à sua história.

A nós, outras mulheres, cabe apoio, incentivo sempre e nunca críticas, pois sabemos como mães que o imprevisível ou o infortúnio a cada momento nos espreita e, criar filhos é tarefa nada fácil. A cada estágio, seus problemas.

Não somos infalíveis ou supermulheres. Só ofertamos como mães um amor constante.

 

Foto: Agradecimentos a PsychCentral.

Hipólita
Hipólita
Paulistana, madura, livre por excelência. Não liga para aplausos ou vaias. É exigente e absolutamente irreverente (viva a rima!). Adora literatura, gosta de escrever, cozinhar, fazer crochê e curtir a natureza: flores, pássaros e a beleza. Acredita que refletir faz parte de aprender a ser mais feliz e que desafios a vencer são fundamentais. Está fora de pessimismos ou tristezas.
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