Amor de Mãe

Existem vários tipos de amores – amor carnal, amor platônico, amor de pai, amor de irmão, de amigo, de namorado. Enfim, infinitos amores, mas nenhum deles é igual ao arrebatador AMOR de MÃE.

Amor que não mede forças. Amor que dói sem doer. Ou que chora sem entristecer.

Amor materno é algo imensurável. Um sentimento que cresce cada vez mais com o passar do tempo. Desde o passar das noites em claro, passando pela separação e despedida quando o filho da boa casa sai, até o ciúme contido da nora ou na hora da partida para outro plano. Amor de Mãe se alegra com nossas vitórias, acalenta com nossas derrotas. É um amor que quando tropeçamos e caímos nos estende as mãos e nos sorri. Um amor que deveras sente emoção e, em qualquer ocasião.

Esse amor, ainda que às vezes machucado, recompõe-se e volta a ficar ao nosso lado. Ele nunca espera nada em troca. Ao contrário, sempre doa carinho com toda força e ternura.

Bem verdade é que amor de mãe ninguém sabe explicar. E nem copiar. Um amor que nunca termina. Nunca se finda.

 

Otávia Fernanda
Otávia Fernanda
Paulista de 46 anos, estado civil volátil. Ex-executiva que cansou da vida escrava e resolveu ser atriz, escritora e filósofa nas horas vagas. Cursou Engenharia, Direito, Administração e tem MBA, mestrado, doutorado e o diabo a quatro, mas não recomenda a ninguém. Morou 4 anos em Londres, onde foi colunista em jornais e revistas locais. Provocadora e introspectiva, adora questionar o status quo. Escreve um pouco de tudo e pensa tudo sobre pouco.
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