InícioInspiraçãoSão Paulo: a mãe Sampa

São Paulo: a mãe Sampa

Do aspecto frio e sem vida

Dos edifícios de concreto

Surge forte e destemida

A alma cheia de afeto

 

Alma de cidade forte

Encontram-se pessoas diversas

Na mistura de vida e morte

Em longas noites de conversas

 

O dia amanhece cinza

A tarde cai já sombria

Mais ainda há quem sinta

Na garoa uma alegria

 

A noite chega mais tarde

Mas a cidade não para

A moçada faz alarde

A rua aos vadios ampara

 

Sampa é assim não tem jeito

Cidade de luz e magia

A todos acolhe no peito

Como a mãe acolhe a cria

Ruth Reis
Ruth Reis
Gaúcha que mora no interior, 41 anos, mãe e divorciada. Para ela homens são companhia. Adora passeios com crianças e poesia. É moderna, executiva e diplomática. Seus temas preferidos são: mercado de trabalho, filhos, educação e conflitos éticos.
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