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Estou amando. Mas disfarço para ele não desconfiar e para não atrapalhá-lo.

Adoro amar platonicamente. Quando assim amamos, deixamos a pessoa amada partir sem sofrimentos e sem culpas quando o destino a ela apresentar uma nova paixão.

Mas, para uma amante platônica, sempre há uma questão: algum dia amei ou amarei alguém? Quando me arriscarei e criarei coragem de enfrentar uma desilusão e sofrimento para em troca ter e sentir todas as benesses de um amor correspondido?

Embora eu já saiba a resposta, às vezes me pergunto se esse tipo de amor é amor mesmo ou é covardia. Mas, logo em seguida, como numa espécie de auto-engano, vem meu superego e me mostra que se trata apenas do acaso. Há desejos que não podem ser realizados, porque não era a hora ou não era mesmo para acontecer… Só isso e ponto.

Contudo, de alguma forma, minhas fraquezas sempre dão uma maneira de eu escapar da racionalização e, vez por outra, lhe abraço… Ainda que para você seja um abraço de amigos. São nesses momentos que mais sinto a dor e o prazer de amar platonicamente.

 

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Este ano vai valer a criatividade para escolher e para comprar presentes especiais. Será um final de ano das “vacas magras”, do medo de perder o emprego e da inflação.

Que tal reunir os amigos para uma ceia antecipada tipo master chef? Convide seus amigos a soltarem seus dotes culinários e promova um game: escolha um tema culinário e cada um deverá fazer o prato. Como prêmio vocês podem colocar uma quantia em dinheiro simbólica e o melhor prato leva a grana. O que vocês ganharão mesmo é um momento divertido e o prazer de celebrar a amizade.

Outra opção divertida é o “amigo ladrão”. Este tipo de amigo secreto costuma ter um custo bem menor e promove muito mais diversão.

Para aqueles que têm habilidades manuais, tudo fica ainda mais fácil. Faça lembrancinhas personalizadas, para os seus amigos e familiares.

Se sobrar um dinheiro, promova uma ação social. O número de pessoas necessitadas aumentou bastante com a crise. Logo, as instituições vêm recebendo menos doações. Então aquele amigo secreto caro poderá ter parte da verba revertida em alimentos para uma instituição.

Enfim, use a criatividade! Solteirar é valorizar a amizade e a solidariedade.

Boas Festas!

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Não me dou bem com meu passado, por ele apenas passei. Às vezes encontro pessoas que fizeram parte dele e a única coisa que sinto é vergonha por não me importar. Decidi apenas me construir e acabei me esquecendo de criar laços. Que pena, sem sentimentos.

Sabe aquela amiga de infância que você não vê a hora de rever? Não, eu não sei e, para ser sincera, nem sei em quem pensar. Dividimos momentos, aprendemos juntas, crescemos e eu deixei de ligar.

Criei alguns casos e tive alguns caras, mas nenhum para a vida, nenhum de marcar.

Sabe aquele amor do ensino médio que te balança até hoje? Não, eu não sei. Acabei não indo àquelas festas de aniversário, não aceitando convites por orgulho, não dizendo que também amo e a fila tinha que andar.

Escolhi não ser debutante, não dar meu primeiro beijo no carinha do acampamento da oitava série e não beber escondido antes dos dezoito. Só deixei passar.

Sabe aqueles laços que você construiu e se emociona, se identifica ao ler “O pequeno príncipe”? Não, não me dou bem com esse lance de cativar.

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Covardes são aqueles que mais mentem
Covardes são os que fogem das responsabilidades
Covardes são os que traem os amigos
Covardes são aqueles que roubam as glórias e méritos dos outros

Covardes são aqueles que se fingem de mortos
Covardes são os que adoram depender de outrem
Covardes são os que são verdadeiros medrosos na vida
Covardes são aqueles que duram mais, mas vivem menos.

Amar não é para covardes
Autoestima elevada não é para covardes
Lealdade não é para covardes
Liberdade não é para covardes

Arriscar-se não é para covardes
Ser não é para covardes
Viver não é para covardes
Solteirar não é para covardes

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A reunião aconteceu em num sábado ensolarado pela manhã, num café próximo à Avenida Paulista.

Cheguei cedo ao aeroporto de Congonhas, fui até a banca, comprei umas revistas e esperei a Juliette e a Ruth que vinham em outros voos. Um abraço apertado e um largo sorriso marcaram nosso encontro. Pegamos um táxi e fomos e em direção a Bela Vista.

No café, já estavam Otávia, Hipólita, Glória e Renata que conversavam alegremente. Lana, por ser DJ, trabalhou até tarde e não tinha chegado até então. Spago mandou mensagem dizendo que já estava estacionando. Logo em seguida a Zefa entrou, esbaforida, pois sempre se atrapalha com seus filhos logo cedo. Morro de rir com ela. Com todas presentes, iniciamos a reunião. Apesar do sol brilhante, estava frio e nos aconchegamos com cafés com leite, chocolate quente, pão de queijo, pão na chapa, croissants e bolos.

Spago, sonolenta, começou a falar e nos mostrou em apresentação de powerpoint seu plano. Por ser web designer, suas apresentações ficam sempre maravilhosas. Ao longo do discurso, começamos a discordar e, como boas amigas, a discussão começou a esquentar. Sempre havia três falando por vez em conversas cruzadas, e acho que quem via de fora não entendia nada. Desconfio que grupos de mulheres sejam assim mesmo, o volume cada vez mais alto e o fervor do debate também. Mas o que vale é que todas temos o mesmo propósito, fazer o Solteirar um meio maravilhoso onde mulheres possam se encontrar e viajar por conteúdos pouco discutidos. Sorrisos e abraços sinceros findaram o encontro. Para selar mais uma vez nossa amizade, uma foto tirada pelo garçom gatinho do café.

E é assim nos reunimos mensalmente para fazer a vocês um Solteirar espetacular. E viva o encontro entre amigas!

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www.solteirar.com/ao-meu-amigo/

A ti meu amigo fiel

Dedico esse poema

Não quero que leias ao léu

Quero que pense no tema

 

Ter poemas para ler

É como não ser mais sozinho

Por isso vou te escrever

Para que leves meu carinho

 

Quero deixar-te a alegria

Em forma de mandamento

A última estrofe da poesia

Leve sempre em pensamento

 

É virtude da humanidade

Conhecer a poesia

Quando passa a mocidade

Ela devolve a fantasia.

Solteirando pelas redes sociais