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autoestima

A felicidade e a alegria, ainda que presentes em pequenos segundos de um dia da semana, estão sempre nas pequenas coisas.

Pequenos detalhes que às vezes nem mesmo sabemos porque os fazemos ou queremos, mas que ao final sentimos uma sensação de imensa autoestima, de feminilidade e de bem querer.

Como é bom o poder que tem uma tarde de sábado com direito a hidratação, escova, pé e mão. Como é bom encontrar-se com a balança e saber que emagrecemos, ainda que 500 gramas ou devido uma gripe na semana.

Que felicidade sentimos, após uma semana intensa e cansativa no trabalho, quando chegamos em casa numa sexta-feira à noite e ouvimos palavras de carinho e um beijo na testa repleto de ternura do nosso amado.

Ah… se todos pudessem saber o quanto gostamos de ser protegidas. Não aquela proteção física, de posse, de ciúmes, mas uma proteção de amor.

Se os homens soubessem que basta um passeio simples no domingo, ou um mero olho no olho apaixonado durante um jantar, ou uma ligação atenciosa no meio da semana agitada para arrancar de nós um sentimento de bem-estar, combinado com força. Não são ligações e conversas melosas, infantis ou de relações tipo chiclete, em que a liberdade e a independência de cada um não é respeitada. Estou falando de relacionamento e ações, normais e cotidianas.

Nós mulheres gostamos sim de muito mimo. E não digo aqui das joias, presentes caros e restaurantes bacanas, mas sim, atenção, carinho e detalhes pequenos que nos fazem sentir mais mulher e mais amada.

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Sou daquelas que toma a iniciativa. Sou confiante, sou senhora de si e nada me abala. Porém, isso é característico das fases de autoestima elevada.

Há momentos em que por alguma razão, não tenho orgulho de mim. Por algum motivo deixo de me achar bonita, sensual ou atrativa.

Oscilo entre a poderosa, que esfrega na cara dos homens que não existe outra mulher no mundo que eles devam desejar senão eu, e a insegura que não tem coragem de flertar por medo da rejeição.

Assustadoramente, descubro que sou mulher, mortal, com sentimentos, como qualquer outra. Tenho meus medos e meus valores. Meus motivos de orgulho e de vergonha.

Quando estou abalada por algum fator emocional, deixo de ser interessante e divertida. Torno-me egoísta, arrogante e defensiva.

Não gosto dessa versão de mulher. Ela me impede de interagir com pessoas interessantes, em me aprofundar em uma conversa exploradora.

Está em minhas mãos decidir quanto tempo fico no ciclo destrutivo da baixa autoestima, pois cabe a mim, analisar e decidir quais os motivadores que tenho para seguir em frente.

Se meu corpo não me agrada, preciso parar de comer e entrar naquele tubinho preto, que me deixa maravilhosa. Se o humor não está atrativo, devo me dedicar a atividades que me tragam prazer. Se o trabalho está me consumindo, preciso achar uma válvula de escape, nem que seja um bom papo no café entre uma reunião e outra.

Somos todas suscetíveis aos altos e baixos da autoestima, mas também temos o poder de mudar nosso cotidiano e consequentemente, nossas vidas.

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Dia 12 de junho. Trocas de presentes, restaurantes preparados para casais, clima de romance em todo lugar e programações que – para quem é solteira convicta – estão totalmente fora de cogitação participar.

Se você é uma pessoa que não está nem aí para esse dia, há duas alternativas:

  • deixar o dia passar normalmente, mas com um quê meio melancólico (afinal, praticamente tudo ao seu redor lhe fará lembrar que é dia dos namorados); ou
  • tornar este dia mais divertido, maximizando as vantagens de estar solteira.

Aproveite algumas dicas abaixo para fazer do próximo dia 12 um dia de solteirice.

1. Saia com seus amigos e amigas solteiras. Saia sem pensar em arranjar alguém. Simplesmente divirta-se!

2. Procure programação para solteiros. Vários bares e danceterias possuem programação especial da “solteirice”! Passe longe de restaurantes românticos, cinema e afins!

3. Assista filmes ou séries divertidos. Não veja nada que possa lhe deixar para baixo, que lembre alguém que foi seu namorado e que leve a questionamentos ocultos sobre seu estado “solteirice”. Há filmes e séries de comédia que vão fazer você se divertir muito sozinha.

4. Aproveite para visitar algum familiar que você goste. Conversar com pessoas que faz tempo que você não vê é muito confortante e prazeroso. Além do mais, família sempre nos faz recordar de bons momentos em nossas vidas.

5. Presenteie-se. Enquanto estiver no shopping ou numa fila qualquer para pagar alguns itens comuns, não se deprima ao ver aquele ursino de pelúcia ou aquele chocolate em formato de flor. Compre algo que realmente você quer para si: um perfume, um casaco, um relógio ou até mesmo um delicioso chocolate para deliciar-se  sozinha.

E, o mais importante nesse dia dos namorados sem namorado: ame-se mais do que nunca.

Mantenha sua autoestima nas alturas e siga em frente com sua vida, independente do dia.

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Você!

Olhe bem demoradamente para você.

Aprecie-se, sem moderações.

 

Você!

Observe seu corpo, seus movimentos, seus gestos.

Seu olhar, seu pensar e principalmente sua alma.

 

Você!

Admire toda sabedoria que você adquiriu.

Sinta o poder que a vida lhe confiou.

 

Você!

Reconheça todo amor que lhe envolve.

Saiba e respire a energia que habita todo seu corpo.

 

Reconheça!

Você é muito mais do que um dia imaginou.

Você é grande, inteira, plena.

Você é a consciência pura do que sempre desejou.

 

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Eu e minhas angústias existenciais… Estava pensando: como podemos falar de defeitos das pessoas? Frequentemente ouço “isso é um defeito meu”, ” isso é um efeito dele (a)”, mas espera, como assim? Para que algo seja considerado um defeito, temos que saber o que seria o certo, o perfeito, para daí sim dizermos que algo ou alguém está com “defeito”.

Seres humanos são belos na sua existência simplesmente porque são únicos, cada um é de um jeito. A ciência teima em querer achar um padrão de comportamento, um padrão de corpo, de saúde, de beleza, de inteligência. Várias pesquisas são feitas para que se ache o que pode se chamar de “o ser humano perfeito”. Tentam nos enquadrar um padrão de normalidade. E o que está fora da média na curva normal (uso aqui o termo estatístico) está fadado ao esquisito, ao estranho, que é o chamado de desvio padrão.

Cada ser é perfeito em sua unicidade. Cada um é só como poderia ser. Então porque falar em defeito. Porque não simplesmente aceitar cada indivíduo como ele é? Não existe pessoa com qualidades e defeitos. Existem pessoas mais ou menos adequadas para cada outra pessoa, trabalho ou situação.

Existem amigos perfeitos para irmos a festas, existem amigos para aquelas horas difíceis, existem aqueles para bater papo no whatsapp, enfim, existe gente para todo tipo de ocasião.

Então chega de achar “defeito” nas pessoas. Vamos ser felizes com nossa, absolutamente única, perfeição?

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Não é por nada, mas com qual intensidade as metas que criamos para alcançar um sucesso idealizado nos têm usurpado dos pequenos prazeres da vida?

Abdicamos diariamente da liberdade dos pés descalços pelo requinte e formalidade dos saltos agulha. Almoçamos as atividades que não couberam nas outras 14 horas de expediente e voltamos ao escritório para assistir reuniões de puro engodo.

Reforçamos uma imagem incorruptível e de excelência. Mas, quanto se vive enclausurada no armário? Quanta sede dissimulada por pequenas doses? Quanta opinião em silêncio? Quanta maquiagem retocada?

Dormimos na exaustão das metas até que o despertador nos convoque para sermos a protagonista na fábula de outro slide. Caminhamos como sobreviventes até que a sexta-feira chegue e, com ela, a prerrogativa de poder extravasar nossa crise crônica consumindo o ócio.

Não namoramos durante a semana. Não saímos para dançar. Não vamos ao estádio ver o “timão”.

O algoritmo da rotina nos faz flutuar do apartamento ao carro e do carro ao escritório com pequenas pausas de ambiente sem ar-condicionado. Ao volante, qualquer percurso é de exaustão, as buzinas não nos deixam ouvir o rádio nem os nossos pensamentos.

É um laço, é uma corrente, e também somos um elo para que o ciclo recomece.

É preciso ter ímpeto para fugir dessa cadeia. É preciso dizer sim às aventuras que ficam do outro lado da fronteira cotidiana. É preciso mudar a rota que nos tira e  nos devolve ao lar. Alguns dias é preciso por a cara na janela para respirar a vida.

Solteirando pelas redes sociais