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mulheres vitoriosas

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Definitivamente o homem, em sua maioria, não consegue lidar com mulheres vitoriosas, decididas, mais altas, bem postas ou melhores de toda a forma. Ele se atrapalha, patina, detesta e tenta à sua maneira, até inconscientemente, sabotar as que estão ao seu derredor.

É fácil encontrar exemplos: o chefe, o namorado, o marido, o irmão, até o pai, o vizinho que encrenca com a “posuda” ao lado etc.

A sociedade o protege, a mãe o mima, a religião coloca-o num patamar superior (por Deus), a estrutura econômica faz dele seu braço direito, tudo o empurra, até seu salário é maior, mas mulher na sua frente ele não suporta.

Se bonita ou sexy, é vadia. Se frágil, feminina demais, é abusável e qualquer um deve e pode aproveitar. Estas ele aceita, mima, perdoa, patrocina etc., porque se sentirá sempre superior. Mas ai daquela que pretende sobressair-se à sua frente! Ela deve ter um defeito e, de preferência, sexual – deve ser lésbica, deficiente, feia demais, frígida ou equivalente. Um exemplo de (in)segurança masculina é que nas escolas fundamentais da Inglaterra, há um movimento para que não haja mais classes mistas porque estudos indicaram que as meninas estão se destacando mais nas escolas e prejudicando os meninos.

Vamos lembrar aqui dos já cruéis e famosos testes de sofá para as diversas categorias. Eles se acham no direito e só se sentem absolutamente seguros se puderem começar com uma subjugada, para ela nunca estar à sua frente. Algo que os tranquiliza. “Como são fortes…”

Mulher superior é inaceitável, broxante, sacrifício demais. Se for a esposa, então, é separação. Se ela começou a ganhar mais, ele só aceita o calvário por se justificar como o melhor macho (leia-se pinto) do pedaço. “Ela não aguentaria ficar sem ele na cama…”

Tratar uma mulher de igual para igual é território masculino desconhecido, pior do que a forca, o fundo do mar, o espaço… Ele não sabe como. Não há em sua visão reconhecimento à igualdade, quanto mais à superioridade, coisa que a mulher faz com muito tato, sabendo convencer pais, maridos, irmãos ou chefes há séculos.

E, mesmo em gritante desvantagem social, econômica e com a religião como espada à sua cabeça, ela tem influenciado e trabalhado em prol de uma humanização dos seres, em especial a de seu gênero que, em muitas regiões – infelizmente não em todas –  tem relativos avanços. Falta tanto, mas já temos um bom começo. Vamos nos tornar rainhas de algum modo e ensinar a todos a nos tratar como tal.

 

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