Home Opiniões A força das mulheres nas Olimpíadas Rio 2016

A força das mulheres nas Olimpíadas Rio 2016

Sem sombra de dúvidas, elas estão brilhando nos jogos olímpicos.

Superação, raça, determinação e luta contra preconceito são palavras da ordem do dia para as atletas nessas Olimpíadas.

A despeito da baixa remuneração (nem vamos comparar o salário do Neymar com o da Marta), da falta de incentivo em muitas modalidades ou as vezes em todas as modalidades em certos países, as mulheres estão dominando os holofotes dos jornalistas e das redes sociais no mundo todo. Eis abaixo algumas dessas feras.

 

1. Marta – jogadora de futebol da seleção brasileira

Dispensa maiores apresentações. Cinco vezes eleita a melhor jogadora do mundo, ela vem arrasando nos jogos da primeira fase e deixando os jogadores da seleção masculina em maus lençóis.

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2. Rafaela da Silva – judoca do Brasil

Lá da Cidade de Deus, bairro humilde do Rio de Janeiro. Após ter cometido um erro em Londres 2012, que a desclassificou, Rafaela teve que superar o racismo e uma depressão para então dar a volta por cima e responder com uma medalha de Ouro a todos que duvidavam de sua competência.

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3. Oksana Chusovitina – ginasta do Uzbequistão

Ela já participou de sete Olimpíadas. Aos 41 anos, Chusovitina é a competidora mais velha da ginástica artística e surpreende a todos com a sua força de vontade. “No pódio, somos todas iguais, com 40 ou 16 anos. Você só precisa ir lá e fazer o seu melhor”, afirmou em entrevista ao ESPN.

Disse também que sua maior inspiração é seu filho Alisher, diagnosticado com leucemia e hoje já recuperado.

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4. Yusra Mardini – 18 anos, nadadora. Seu país? faz parte do time de refugiados do COI.

Participou pela primeira vez de uma Olimpíada, integrando-se ao time de refugiados, pois ela escapou da guerra da Síria. E escapou de lá literalmente nadando.

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5. Doaa Elgobashy e Nada Meawad – jogadoras de vôlei de praia do Egito

Com 19 e 18 anos respectivamente, elas chamaram atenção por suas vestimentas no primeiro jogo contra as alemãs. Jogando nas areias do Rio de calça e hijab (véu), que imprime sinal de privacidade, modéstia e moralidade das mulheres.

Mas o maior mérito delas está no fato de formarem a primeira dupla do Egito a disputar uma Olimpíada nessa modalidade. Sinal de que mesmo nos países mais tradicionalistas e de culturas tão diferentes, as mulheres estão saindo para o mundo, fazendo suas vontades e talvez mostrando ao resto do mundo que não são tão diferentes assim.

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6. Anna van Vleuten – 33 anos, ciclista de estrada holandesa

Anna, uma das melhores ciclistas de seu país, liderava a prova da modalidade de estrada (percurso de craca de 140 km), mas já no final sofreu um grave acidente. Após o grande susto, Anna se encontrava bem no hospital, embora com algumas fraturas. As primeiras palavras dela para a impressa foram “eu estava fazendo a melhor corrida da minha carreira”.

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