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Elas conseguem se divertir e cumprir com diversas obrigações, incluindo criar filhos com dignidade e alegria.

Se você reparar ao seu redor, elas estão por toda parte, no trabalho, na escola de seus filhos, na balada, nas viagens; enfim, estão por aí.

Em geral, elas são animadas, fazem muitas coisas ao mesmo tempo e dificilmente recusam eventos sociais. Porém, existe um fenômeno estranho nesse comportamento, um fenômeno que faz com que os dias delas pareçam ter mais horas que os dias das solteiras ou das casadas.

Decidi observar esse fenômeno na minha roda de amigas e conversando com amigos, esses também notaram e comentavam sobre esta percepção de comportamento em suas rodas de amizade. Então, aqui vai o diagnóstico desta amostra do estranho mundo das divorciadas. Claro que não é uma verdade absoluta, mas podemos dizer que se trata de uma amostra significativa, uma vez que tenho muitos amigos e segui com este debate por alguns meses.

Geralmente, as divorciadas estão na faixa dos 40 anos, o que faz com que elas se preocupem menos com algumas coisas com as quais as moças mais jovens perdem tempo, tentando entender ou explicar. A maioria delas já tiveram filhos, e por isso, estão acostumadas a fazer diversas tarefas ao mesmo tempo e cumprir horários rigorosos.

No trabalho, elas sabem que precisam ser as mais produtivas possível pois terão outra jornada onde enfrentarão sozinhas, o cuidado com os filhos; e por isso, quanto antes conseguirem deixar o escritório ou menos trabalho levarem para casa, melhor será sua qualidade de vida.

Em alguns casos, os pais são presentes e estão com os filhos a cada 15 dias. Portanto, elas conseguem ter finais de semana exclusivos para fazer o que querem. Algumas passaram por estórias complexas de vida que levaram ao fim do relacionamento, por isso querem curtir a vida e não se prendem aos problemas.

Elas não são competitivas entre elas, pelo contrário, se apoiam pois já aprenderam que uma vida colaborativa entre mulheres fortes faz toda a diferença no cotidiano. E quando perguntei para algumas delas, como conseguiam dar conta de tudo, me responderam que não precisam cuidar de maridos ou pedir a eles permissão para ser feliz.

 

Sem sombra de dúvidas, elas estão brilhando nos jogos olímpicos.

Superação, raça, determinação e luta contra preconceito são palavras da ordem do dia para as atletas nessas Olimpíadas.

A despeito da baixa remuneração (nem vamos comparar o salário do Neymar com o da Marta), da falta de incentivo em muitas modalidades ou as vezes em todas as modalidades em certos países, as mulheres estão dominando os holofotes dos jornalistas e das redes sociais no mundo todo. Eis abaixo algumas dessas feras.

 

1. Marta – jogadora de futebol da seleção brasileira

Dispensa maiores apresentações. Cinco vezes eleita a melhor jogadora do mundo, ela vem arrasando nos jogos da primeira fase e deixando os jogadores da seleção masculina em maus lençóis.

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2. Rafaela da Silva – judoca do Brasil

Lá da Cidade de Deus, bairro humilde do Rio de Janeiro. Após ter cometido um erro em Londres 2012, que a desclassificou, Rafaela teve que superar o racismo e uma depressão para então dar a volta por cima e responder com uma medalha de Ouro a todos que duvidavam de sua competência.

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3. Oksana Chusovitina – ginasta do Uzbequistão

Ela já participou de sete Olimpíadas. Aos 41 anos, Chusovitina é a competidora mais velha da ginástica artística e surpreende a todos com a sua força de vontade. “No pódio, somos todas iguais, com 40 ou 16 anos. Você só precisa ir lá e fazer o seu melhor”, afirmou em entrevista ao ESPN.

Disse também que sua maior inspiração é seu filho Alisher, diagnosticado com leucemia e hoje já recuperado.

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4. Yusra Mardini – 18 anos, nadadora. Seu país? faz parte do time de refugiados do COI.

Participou pela primeira vez de uma Olimpíada, integrando-se ao time de refugiados, pois ela escapou da guerra da Síria. E escapou de lá literalmente nadando.

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5. Doaa Elgobashy e Nada Meawad – jogadoras de vôlei de praia do Egito

Com 19 e 18 anos respectivamente, elas chamaram atenção por suas vestimentas no primeiro jogo contra as alemãs. Jogando nas areias do Rio de calça e hijab (véu), que imprime sinal de privacidade, modéstia e moralidade das mulheres.

Mas o maior mérito delas está no fato de formarem a primeira dupla do Egito a disputar uma Olimpíada nessa modalidade. Sinal de que mesmo nos países mais tradicionalistas e de culturas tão diferentes, as mulheres estão saindo para o mundo, fazendo suas vontades e talvez mostrando ao resto do mundo que não são tão diferentes assim.

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6. Anna van Vleuten – 33 anos, ciclista de estrada holandesa

Anna, uma das melhores ciclistas de seu país, liderava a prova da modalidade de estrada (percurso de craca de 140 km), mas já no final sofreu um grave acidente. Após o grande susto, Anna se encontrava bem no hospital, embora com algumas fraturas. As primeiras palavras dela para a impressa foram “eu estava fazendo a melhor corrida da minha carreira”.

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Segue a dica que é ótima para ser praticada ao ar livre, em um parque da sua cidade*.

AcroYoga é uma prática que integra Yoga, Acrobacia e Massagem Thai. Trata-se de uma prática dinâmica, desafiadora e lúdica, trazendo a consciência para a superação dos bloqueios corpóreo-mentais de uma forma leve por meio da interação com os outros praticantes.

É um ótimo jeito de se desenvolver força, flexibilidade e relaxamento, além de melhorar a autoestima, consciência corporal, desapego, confiança, criatividade, superação de medos e ansiedades.

Depoimento de uma praticante: “Já tinha praticado yoga antes, mas achava as aulas sempre muito chatas. A convite de um amigo, resolvi participar de uma aula experimental. E, para minha surpresa, adorei! No começo achava que não conseguiria fazer nada, mas logo criei confiança e estava fazendo um monte de posições (“asanas**”) super legais. Há um ano praticando, sinto que a acroyoga trouxe mudanças para a minha vida. Me sinto mais confiante, mais equilibrada, mais tranquila e claro, muito mais flexível e alegre. Vale a pena experimentar.”

*A acroyoga pode ser praticada em estúdios também.

** Asana é uma palavra em Sânscrito que significa “postura confortável e equilibrada”.

Para obter mais informações, acesse: http://yusufprem.wix.com/terapiacorporal#!yoga/c17iw

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“I am woman, hear me roar. In numbers too big to ignore

Eu sou uma mulher, me ouça rugir. Em números grandes demais para ignorar

And I know too much to go back an’ pretend. Because I’ve heard it all before

E eu sei demais para voltar e fingir. Porque eu já ouvi tudo isso antes

And I’ve been down there on the floor. No one’s ever gonna keep me down again.

E eu estive lá no chão. Ninguém vai me rebaixar outra vez.”

 

Nós, mulheres, somos símbolos de tantas coisas… E, de tantos, existem muitos que não gostaríamos de representar. Para algumas, somos a projeção de uma voz quando, na verdade, desejamos o silêncio. E, para outras, estamos a digerir o grito que acabamos de tragar.

Na minha casa, ser formado em medicina era sinônimo de ser MÉDICO – assim mesmo, sem possibilidade de flexão de gênero. E, somente anos após a residência, é que meus pais, enfim, enxergaram o meu fracasso: não existiram filhos, noivado, casamento nem dotes culinários.

Voltar no tempo para remexer esse baú é mais que folhear um álbum de família. Me faz perceber que o descaso que recebi por buscar uma profissão não se encerrou nas paredes do meu antigo lar e nem a mim. A vida profissional das mulheres, no geral, sempre pareceu ser secundária quando comparada àquelas atividades que, em algum momento, foram anexadas ao seu papel de fêmea.

Na divisão dos papéis, nos foi delegado o ônus histórico de representar a figura de um ser maternalmente dócil e procriador, deixaram-nos apenas as rotas que encontravam em suas extremidades o fogão e o tanque. Não escolhemos representar a figura de um animal domesticado nem sermos condenadas por nossa conduta sexual – seja esta leviana ou celibatária.

Em suma, o fato é que não precisamos de rótulos, somos mais do que qualquer um que ouse nos traduzir.

A nossa representatividade vem da força de trabalho de aproximadamente 43 milhões de mulheres brasileiras – participantes da PEA de acordo com a PNAD de 2011 , inseridas em diversos setores da economia. Somos os indivíduos que mais estudam no Brasil , os que menos se envolvem em acidentes de trânsito  e os que mais contribuem com causas sociais. Já cruzamos muitas das linhas mais representativas de poder no aspecto social, econômico e político.

A vitória sobre a opressão é a nossa realidade, ainda que tenhamos manchas de violações sexuais e agressões físicas, retaliações de uma moralidade corrupta – que tende ao que lhe é conveniente – e desvalorização de carreira e de salários. Esses pontos significam que a mensagem de autonomia e liberdade que viemos ecoando até aqui precisa ser mais intensa.

Temos influência absoluta nas linhas de consumo e produção do país, ajustamos a nós o comportamento de vários mercados, lideramos os lares e solidificamos a manutenção domiciliar. Somos a expressão de liberdade, luta e transgressão. Não há motivos para que nos usem – corpos e mentes – na divulgação de um recado que não queremos dar: a nossa força é o vetor do que queremos ser.

O trecho citado no início é uma canção de Helen Reddy, suas palavras são no todo, homenagem, incentivo e uma breve descrição da singularidade e da luta feminina. Mas, em seu refrão, habita a síntese das 465 palavras que escrevi aqui:

 

“Oh Yes I’m wise. But it’s wisdom born of pain

Oh, sim, eu sou sábia. Mas essa sabedoria nasceu da dor

Yes, I’ve paid the price. But look how much I gained

Sim, eu já paguei o preço. Mas veja o quanto eu ganhei

If I have to, I can do anything

Se precisar, eu posso fazer qualquer coisa

I am strong (STRONG)

Eu sou forte (FORTE)

I am invincible (INVINCIBLE)

Eu sou invencível (INVENCÍVEL)

I am WOMAN!

Eu sou MULHER”

(Helen Reddy)

 

Música “I Am Woman

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