O que me faz renascer
Para ser feliz, me libertei de relacionamentos, atitudes, pessoas, lugares, empregos que me faziam mal, pois não estavam sintonizados com a minha essência.
Para alguns, deixar as situações ruins sem mágoas irem embora é um ato de coragem. Para outros, um ato de covardia. Para mim, foi a única forma de voltar a ser eu mesma, pois deixei para trás a opinião dos outros e resolvi viver minha própria vida.
Assim, penso que para ser feliz, às vezes é necessário “morrer”.
Ao dizer isso, logo me vem à lembrança a história de uma amiga de família, que é do interior da Bahia. Ela tinha um tio que sofria uns desmaios que o deixavam gelado como se estivesse morto. Certa vez, ele ficou algumas horas desacordado, então o deram como morto. Sim, não havia médico na cidadezinha. Pois bem, não é que o morto renasceu no meio do velório??? O morto levantou do caixão jogando as flores para o alto e a maioria das pessoas saíram correndo apavoradas, no meio dos porcos que viviam ao lado do local usado para velórios.
Caras (os) leitoras(es), não quero ver nenhuma (m) de vocês dentro de um caixão para voltar a ser feliz, mas veja como esta história é inspiradora:
“Cada vez que alguém for preconceituoso com suas escolhas, finja-se de morta e assim que o chato der uma brecha, conte uma história cabeluda que faça o fulano correr assustado de medo da sua capacidade de ser feliz.”
Quantas vezes não ficamos enterradas em relacionamentos infelizes porque deixamos morrer nossos sonhos, nossa essência? Enquanto isso, deixamos na testa um letreiro: “Aqui jaz uma pessoa que sonhou ser feliz, engolida pelos preconceitos de uma sociedade mal resolvida.”
Minha (Meu) querida (o), saia deste “caixão”, diga ao mundo que a (o) “morta (o)” acabou de ressuscitar e que irá assombrar todos aqueles que tem um olhar, uma crítica afiada para infernizar sua felicidade. Porque esses sim continuam “mortos” e não sabem respeitar a vida de quem descobriu que o espírito é livre para Solteirar e ser feliz.













Demais, Juliette! Cada vez mais… Solteirar! 😉