Eles finalmente chegaram ao Brasil. A “bola da vez” dos mobiles está nas mãos dos brasileiros. São os bichinhos japoneses que estão por toda parte. Parques públicos, shoppings e feiras.
Pokemon, abreviação de “Pocket Monters”, esses monstrinhos voltaram e agora recheados de mais tecnologia e interatividade com os usuários. São crianças, adolescentes, pais e mães, senhores e senhoras caçando esses monstrinhos por toda parte das cidades brasileiras.
Mas, assim como em outros países, no Brasil eles também já começam a criar polêmica sobre a utilidade, transtornos e discussões que vêm causando.
Por que de repente os jovens resolveram frequentar os parques públicos de suas cidades? Outro dia fui a um famoso parque aqui na capital paulista, e me surpreendi com a quantidade de pessoas naquele final de semana. Até então não saíam de casa, não caminhavam, não corriam, nem andavam de bike. Agora de repente todo mundo no parque. Isso de fato é verdade ou apenas engano de minha parte?
Também li uma série de reportagens sobre essa febre nos outros países, onde pesquisas recentes concluíram que a frequência de sexo entre os jovens caiu bastante após o lançamento desse jogo. Caramba! Não pode ser possível! Será verdade ou mentira?
Acidentes e principalmente furtos de smartphones tem sido registrados com mais frequência nesses últimos dias. Será verdade? Se sim, o que tem esse jogo de tão viciante para as pessoas se distraírem tanto assim?
E, a realidade virtual será mesmo que tomará lugar das nossas ações reais e cotidianas?
Amor, sexo, relacionamentos reais, almoço de domingo com a família, churrasco com os amigos, objetivos e motivações concretas darão lugar a uma atividade de caçar monstrinhos imaginários? Verdade ou exagero da mídia e das gerações mais velhas?
Elas vieram para ficar. Não é apenas mais modismo. As selfies estão em toda parte. Na
balada, nos encontros com amigos, em família ou em casa sozinha. Podemos resumi-la numa forma sempre divertida de registrar bons momentos.
Mas ainda que sempre na diversão, ninguém quer sair mal numa selfie, não é mesmo? Então aí vão algumas dicas fáceis e simples para sua próxima arte em selfie.
1. Siga o conceito real de selfie
O termo vem da língua inglesa e significa de “si mesmo”. Mas não pense que seja somente foto do seu rosto. Pode ser de qualquer outra parte de seu corpo. Seus pés na beira da piscina, sua tatuagem nova, etc.
2. Seu rosto não pode ser o centro de tudo
Seu rosto deve ser um bom complemento para o restante da paisagem. Assim, a dica é deixá-lo em um dos cantos superiores da foto. Desta forma, não ficamos com aquele rosto gordo ou com cara de bolacha.
3. Com as duas mãos
Ao tirar a foto, segurar a câmera ou celular com as duas mãos lhe dará mais firmeza e
equilíbrio. Não há problema aparecer alguma parte do braço na foto. Pois feio é quando tentamos tirar a foto com apenas uma das mãos e nos esticamos todas, saindo tortas na imagem.
4. Use ferramentas de edição
Temos costume de achar que selfie, por ser mais espontânea, não requer ajustes. Há várias ferramentas de edição. Use-as! Uma boa selfie não surge apenas no momento do disparo.
5. Câmera ao alto
Uma boa ajuda na hora de tirar uma selfie é posicionar a câmera do seu smartphone por cima da sua cabeça. Isso melhora o ângulo de seu rosto e proporciona também oportunidade para que outros objetos ou boa parte da paisagem em que você está apareça na foto.
6. Tenha na foto alguém mais feio do que você
Pode parecer um tanto quanto egoísta, mas segundo os especialistas, se estivermos perto de alguém mais feio do que nós, vamos sempre parecer mais bonitos do que realmente somos. Digamos que o nossa amiga ou amigo feio torna-nos mais bonitos. Por isso, na hora de tirar uma selfie, considere essa dica.
7. O momento certo!!
A dica mais importante e portanto o maior segredo para uma boa selfie, é o timing com
que ela é tirada. Uma foto tirada num evento importante no momento certo com uma
qualidade mediana, pode ter um grande impacto. Por outro lado, uma boa selfie num momento comum, pode vir a não gerar grande resultado. Vira banalidade, exibicionismo e não espontaneidade. A foto no início desse texto é um claro exemplo disso: não é a melhor foto, tem partes desfocadas, mas a espontaneidade e o momento foram o sucesso.