InícioOpiniõesPokemon Go. Verdades e mentiras.

Pokemon Go. Verdades e mentiras.

Eles finalmente chegaram ao Brasil. A “bola da vez” dos mobiles está nas mãos dos brasileiros. São os bichinhos japoneses que estão por toda parte. Parques públicos, shoppings e feiras.

Pokemon, abreviação de “Pocket Monters”, esses monstrinhos voltaram e agora recheados de mais tecnologia e interatividade com os usuários. São crianças, adolescentes, pais e mães, senhores e senhoras caçando esses monstrinhos por toda parte das cidades brasileiras.

Mas, assim como em outros países, no Brasil eles também já começam a criar polêmica sobre a utilidade, transtornos e discussões que vêm causando.

Por que de repente os jovens resolveram frequentar os parques públicos de suas cidades? Outro dia fui a um famoso parque aqui na capital paulista, e me surpreendi com a quantidade de pessoas naquele final de semana. Até então não saíam de casa, não caminhavam, não corriam, nem andavam de bike. Agora de repente todo mundo no parque. Isso de fato é verdade ou apenas engano de minha parte?

Também li uma série de reportagens sobre essa febre nos outros países, onde pesquisas recentes concluíram que a frequência de sexo entre os jovens caiu bastante após o lançamento desse jogo. Caramba! Não pode ser possível! Será verdade ou mentira?

Acidentes e principalmente furtos de smartphones tem sido registrados com mais frequência nesses últimos dias. Será verdade? Se sim, o que tem esse jogo de tão viciante para as pessoas se distraírem tanto assim?

E, a realidade virtual será mesmo que tomará lugar das nossas ações reais e cotidianas?

Amor, sexo, relacionamentos reais, almoço de domingo com a família, churrasco com os amigos, objetivos e motivações concretas darão lugar a uma atividade de caçar monstrinhos imaginários? Verdade ou exagero da mídia e das gerações mais velhas?

Otávia Fernanda
Otávia Fernanda
Paulista de 46 anos, estado civil volátil. Ex-executiva que cansou da vida escrava e resolveu ser atriz, escritora e filósofa nas horas vagas. Cursou Engenharia, Direito, Administração e tem MBA, mestrado, doutorado e o diabo a quatro, mas não recomenda a ninguém. Morou 4 anos em Londres, onde foi colunista em jornais e revistas locais. Provocadora e introspectiva, adora questionar o status quo. Escreve um pouco de tudo e pensa tudo sobre pouco.
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