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Dormir de conchinha

Nem tudo que é bom custa caro, nem tudo que é bom é complicado.

Dormir de conchinha é uma dessas coisinhas bestas que fazem a gente acordar parecendo uma criança que acabou de ganhar doce, ou como um cãozinho ao reencontrar o dono depois de uma semana.

Só quem já dormiu de conchinha com alguém vai entender do que estou falando. Uma das sensações mais simples e reconfortantes do mundo.

Não importa se vocês transaram ou não. Dormir de conchinha é bom de qualquer jeito. Ter alguém ali, do lado, grudadinho na gente, principalmente nas noites de inverno. Meu cobertor que me perdoe, mas eu ainda prefiro o bom e velho calor humano. É um ritual, deitar, abraçar, apertar mais um pouquinho. É sinal de ternura.

O que você sente quando dorme de conchinha com alguém? Acho que o sentimento  comum é o de proteção, de afeto e companheirismo. Ninguém dorme de conchinha  com qualquer um. É preciso química, interação e parceria. Mesmo entre namorados de  longa data, dormir de conchinha sempre desperta alguma nova sensação.

É a mágica do ato de dormir ao lado de alguém, desafiando a lei de que dois corpos não ocupam o  mesmo lugar no espaço.

Dormir de conchinha é uma das melhores coisas do mundo. E, se você encontrou alguém para dormir com você, considere-se uma pessoa sortuda. Nada melhor do que  acordar ao lado de quem a gente ama. Nada melhor do que dormir e acordar assim.

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Paulista de 46 anos, estado civil volátil. Ex-executiva que cansou da vida escrava e resolveu ser atriz, escritora e filósofa nas horas vagas. Cursou Engenharia, Direito, Administração e tem MBA, mestrado, doutorado e o diabo a quatro, mas não recomenda a ninguém. Morou 4 anos em Londres, onde foi colunista em jornais e revistas locais. Provocadora e introspectiva, adora questionar o status quo. Escreve um pouco de tudo e pensa tudo sobre pouco.

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