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cereja sex shop
Ultimamente, um dos meus esportes prediletos quando estou em terra firme tem sido deslizar com minha possante.
E, se a viagem é nas imediações de São Paulo, divirto-me decidindo a rota só depois que começo a acelerar. Excentricidade? Nunca escondi minha birutice. E, cara leitora, a esta altura do Solteirar, isso nem deve ter lhe surpreendido.
Num dia desses, ao voltar da casa de uma amiga, decidi dar um “rolê” no meio da madrugada. Da Vila Mariana para qualquer lugar da cidade.
Normalmente, escolho a rota num piscar de olhos. Desta vez, a estranheza ultrapassou seus limites e aquela esquina despretensiosa no Paraíso escolheu por mim.
Aguardava o sinal abrir para continuar minha jornada sem rumo quando um prédio desgastado à minha esquerda convidou-me a experimentar um “déjà vu”. Observei atentamente o 5º andar. Ou seria o 6º? Já não me lembrava muito bem. Num dos apartamentos, a luz estava acesa, mas sem movimento aparente. Especialmente o tipo de movimento que costumávamos protagonizar naquela sala. De qualquer forma, fazia muito tempo. E ele já não deveria mais morar ali.
Com certeza, foi um dos caras que mais gostou de mim. Eu também o adorava. Não sei bem se pelo jeito que ele me tocava ou pelo jeito que ele tocava sua guitarra…
Enquanto devaneava com os sons da antiga intimidade, a rota daquela madrugada definiu-se quase que por vontade própria: seria uma excursão pelos palcos paulistanos dos meus amantes perfeitos.
A caminho do Pacaembu, no “sobe e desce” das ruas, a lembrança dos entusiasmados embates “intelectuais” com o professor da PUC que inevitavelmente acabavam em volúpia acalorada…
Dali, parti para diferentes cantos da cidade e da minha memória…
Desconhecidos, loucos de pedra, artistas, mulheres extraordinárias… Lembranças divertidas, confesso… Muitos nunca souberam meu verdadeiro nome (inventar pseudônimos é mais uma de minhas excentricidades)… Outros me emprestaram suas paixões, como o aventureiro que me ensinou a pilotar motos e o inconsequente que não resistiu aos apelos para me transformar numa base jumper…
Depois de alguns quilômetros por histórias alucinantes, finalmente parei em frente à antiga casa de um grande amigo que, infelizmente, decidiu convencer-me a abortar minha vida bandida. Acabei bravamente resistindo ao sexo por nossa amizade. Resultado? Perdi o amigo sem nunca experimentar o amante. Pena, porque ele me alegrava como ninguém.
De qualquer forma, nesta inacabada rota pelas aventuras acabadas, encontrei amantes perfeitos, com ou sem sexo. Afinal, a condição para transformar um amante sedutor em um amante perfeito é exterminá-lo de sua vida.
A história dos amantes só é arrebatadora quando termina.
Mais um insuperável espetáculo da vida: seguir sua jornada de aventuras sem destino, seduzindo novos amantes predestinados ao repentino, irreversível e libertador abandono.
Louca ou ninfomaníaca? Simplesmente solteira “da gema”.
Lá estava eu sem namorado ou um ‘peguete’ há um certo tempo e com a libido a mil. Durante um happy hour com uma amiga, comentei o quanto estava precisando de um pouco de sexo, mas com zero vontade de uma transa casual.
Ela me olhou com certo espanto e foi direto ao ponto:
“Como assim, você não tem vibrador para estes momentos?”
Com total cara de pateta, disse:
“Não….”
Logo ouvi a frase que digo sempre:
“Você é uma mulher bem resolvida, independente, por favor faça algo por você!”
Assim que cheguei em casa, corri para a internet à procura de um brinquedinho de mulher feliz.
Então descobri a quantidade de tamanhos, modelos e objetos que poderiam, além de me satisfazer, oferecer mais saúde para os meus órgãos femininos. Você pode encontrar até objetos para mulheres violentadas, que fecham o canal da vagina por medo e ficam impossibilitadas de fazer os exames ginecológicos periódicos.
Sim, sexo é saúde e necessário!
Continuei minha busca, encontrei o site certo, onde vi a infinidade de possibilidades e sensações que eu poderia aproveitar comigo mesma. Depois de algumas idas e vindas de consultas à internet, cheguei ao modelo ideal para mim. Discreto, higiênico e tecnológico. Gosto da modernidade.
Usando o brinquedinho no meu momento filha única, mas que se diverte sozinha, percebi que o prazer fica bem mais gostoso quando liberto minha imaginação de qualquer preconceito ou pudor.
A cada momento que abro a caixinha do meu OVO, este é nome do meu parceiro de novas descobertas sexuais, confirmo que o prazer e a alegria estão em mim e só é possível viver momentos felizes com alguém quando consigo transbordar o meu próprio eu feliz.
Minha próxima empreitada será brincar a dois! Como sou bem atrapalhada, talvez teremos uma boa comédia logo mais. Assim que acontecer, eu dividirei a história apimentada com vocês.
Inspirado por site, www.cerejasexshop.com.br .
Quanto mais convivo com as novas gerações, mais aprendo com elas. Confesso que me sinto bem mais antenada que a maioria dos meus colegas de trabalho e outras balzaquianas.
Essa galera é de fato desprendida de vários limites. Eles encaram o corpo como um instrumento de bem estar e sentem orgulho dele.
Sempre percebi meu corpo como uma fonte inesgotável de prazer, seja ao sentir a água morna em um delicioso banho de banheira, seja em um ato sexual, na dança ou no exercício físico. Mas, essa turma da faixa etária de 21 a 30 anos me mostrou que meu corpo tem limites ainda inexplorados, e um deles é o limite da exposição.
Um amigo me incluiu em um grupo de WhatsApp com participantes de todo Brasil. Eu era a tiazinha do grupo. Logo, imaginei que eu seria a pessoa que teria mais experiências a transmitir. Mero engano, eles falavam sobre tudo, desde política até sexo, com uma liberdade de opinião invejável.
Em determinado momento do dia, começavam a teclar a célebre frase “Manda um Nude”. Para minha incrível descoberta, comecei a receber Nudes de homens e mulheres que se expunham sem se preocupar com um determinado padrão de beleza. Cada um expunha seu ângulo preferido e recebiam elogios de seus pontos fortes. Ninguém ali estava preocupado se estava acima do peso, se o peito era grande ou pequeno demais, e outras preocupações que a minha geração tem pavor.
Me incentivaram a me expor também, de uma forma muito respeitosa. Afinal “nude” pode ser desde um ombro à mostra até um close em órgãos genitais. Tudo depende do que esse termo significa para você.
Foi aí que descobri que para mim existe um padrão para Nude em grupo e outro para Nude privado. No privado, consigo me expor mais, porém, essa exposição só rola com quem já me viu nua pessoalmente. No grupo, meus Nudes não superavam o que qualquer pessoa visualizaria se me encontrasse na praia, afinal meus biquínis e calcinhas possuem o mesmo tamanho.
Um dia desses, um colega de trabalho mandou em um grupo corporativo uma foto dele de sunga com uma cerveja na mão para fazer inveja aos colegas, pois estava em férias. Não me contive e soltei um “opa, Nude corporativo”.
Outro dia acordei com um toque do meu celular e uma mensagem privada com a imagem de um belo membro acompanhada da seguinte frase “Sonhei com você”. Dei uma boa risada e saí feliz da cama.
Portanto, o Nude pode ser belo, divertido, provocador ou até intimidador, mas o que vale é perceber que as novas gerações tratam o tema com liberdade e desprendimento, como mais um fato de seu cotidiano.
Precisamos estar preparadas para o Nude nosso de cada dia.
Obs: A diversão também faz parte do sexo. E que tal a ajudinha de um acessório divertido? Quer conhecer alguns? Visite o http://www.cerejasexshop.com.br/acessorios-sexuais e aproveite o momento.