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Olha lá, só podia ser mulher! E aí você está observando a cena e percebe que a ocorrência não foi má direção e sim falta de educação, envolvendo pedestre e motoristas (sem qualquer preferência de gênero).
Atualmente o trânsito, principalmente nas grandes cidades, tornou uma arena bizarra de violência gratuita. Então, ter medo de dirigir é algo normal, porque a maioria das pessoas conhece alguém ou passou por alguma situação de risco. E, claro, que sempre terá alguém que enxergará uma oportunidade de negócio em situações de crise. Com isso, vejo de forma crescente e positiva, serviços especializados para pessoas habilitadas. Mas, será que há um espaço diferenciado para autoescolas com serviços especializados para mulheres com medo de dirigir?
Mulher realmente tem mais medo de dirigir que os homens ou temos aqui mais uma situação potencialmente sexista?
Serviços especializados e individualizados são uma tendência de mercado; e qualquer revista de marketing ou varejo fala sobre esta busca do consumidor. Porém, o consumidor que sofre de alguma síndrome relacionada ao medo, sinto em lhe informar minha (meu) cara (o) leitora (o), é o mais democrático dos sentimentos. Então, se você busca potencializar seus negócios, pense bem antes de pintar seus carros de rosa. Vou dar alguns motivos:
– algumas mulheres detestam rosa, eu por exemplo;
– normalmente as mulheres conseguem enxergar uma variedade maior de cores, então as cores berrantes poderão incomodar seu público alvo;
– pode acreditar, homens também sofrem de pânico na direção;
– infelizmente, os homens tem preconceito com a cor rosa, por este longo histórico de machismo da sociedade;
– outra dura constatação, ainda presente nos dias de hoje, é que os homens ganham mais que as mulheres; e restringir seus serviços a uma parcela do mercado seria pouco estratégico na atual situação econômica.
Algo mais implacável e democrático que o medo é a cobrança da sociedade para que Todos sejamos Fortes e Corajosos. Permita abrir-se para o mundo, ofereça serviços sem preconceito e individualizados para ajudar as pessoas e a sociedade para vivermos em um mundo melhor.
Que tal ouvir e entender as necessidades do seu cliente? Se acredita que o seu serviço tem mais apelo ao público feminino ou se você só sabe trabalhar para este público, vá em frente, mas evite usar as armas sexistas no seu marketing, pois o preconceito está completamente fora de moda e a cada dia traz menos resultados.
Esta é só a opinião de uma blogueira, quase cinquentona, que trabalha com marketing só há uns 20 anos e tem zero paciência com motoristas sem educação e sem instrução. Então, se você leu este texto e sabe que precisa de aulas extras de direção, pelo bem da humanidade, volte para a escola, respeite a sua vida e das pessoas que circulam a sua volta.
É difícil de assumir, e sempre que me perguntam se tenho medo de relacionamento, eu nego. Porém, a verdade é que tenho medo de relacionamento sim.
Tenho medo de perder minha liberdade, medo de ter que vincular a minha felicidade à presença de alguém.
Tenho medo de me comprometer com algo que não serei capaz de cumprir, medo de fingir para agradar.
E qual a razão de eu não assumir que tenho medo? O único motivo é ter preguiça de explicar. Sei que a próxima frase será “Você precisa perder esse medo”.
No entanto, este é um medo que não quero perder. Uma vez ouvi uma frase “Coragem não é ausência do medo e sim um modo de enfrentá-lo”. Por isso, não quero perder meu medo de relacionamento, mas talvez eu encontre alguém ao longo do caminho que valha a pena ter coragem de me relacionar.
E você? Tem medo de se relacionar? Como é esse medo? É uma sensação paralisante ou que te move? É uma sentimento que te aflige ou você consegue conviver com ele? Entenda que não há problema nenhum em ter medo, desde que isso não lhe torne uma pessoa infeliz.
Aflição, angústia, perturbação de espírito causada pela incerteza, medo de qualquer situação que possa haver algum risco, nervosismo, dentre outras. Várias são as definições para a ansiedade.
Ę, cada vez mais, estamos sujeitos a esse sentimento de apreensão. Tensão para chegar no horário ao trabalho, insegurança de falar em público ou de ser aceito pelos amigos, suor na hora do casamento, pressa em chegar aos “finalmente” agradando o parceiro na cama, preocupação com as finanças pessoais, com o futuro, com a família. Enfim, o mundo moderno, recheado das aparências sociais, tem feito cada vez mais vítimas da ansiedade.
É bem verdade que às vezes a ansiedade pode nos beneficiar, posto que ela nos faz entrar em ação, nos estimula a agir e nos preparar para um determinada situação. Porém, em excesso ela atua de forma contrária, passando a ser até considerado um aspecto patológico grave.
Eis aqui algumas 8 dicas fáceis que nos ajudam no dia-a-dia a controlar esse “bichinho”, às vezes incômodo, chamado ansiedade:
- Respirar de forma profunda e calmamente algumas vezes ao dia;
- Baixar um pouco as expectativas em relação à tudo;
- Viver e valorizar cada vez mais o presente. Preocupar-se demais com o futuro pode reduzir sua capacidade de ação agora. Assim, nada mais coerente que viver o hoje;
- Ter consciência que você só mudará o que depende de você;
- Parar com a necessidade de ter controle sobre tudo;
- Valorizar todas suas conquistas. Tire proveito das suas experiências positivas em vez de ficar lembrando e/ou lamentando as negativas.
- Praticar relaxamento, atividade física e preservar um hobby, ajudando-lhe a focar e sentir prazer com algo que realmente goste de fazer.
- E, finalmente, um chazinho de camomila também lhe ajudará bastante.
Covardes são aqueles que mais mentem
Covardes são os que fogem das responsabilidades
Covardes são os que traem os amigos
Covardes são aqueles que roubam as glórias e méritos dos outros
Covardes são aqueles que se fingem de mortos
Covardes são os que adoram depender de outrem
Covardes são os que são verdadeiros medrosos na vida
Covardes são aqueles que duram mais, mas vivem menos.
Amar não é para covardes
Autoestima elevada não é para covardes
Lealdade não é para covardes
Liberdade não é para covardes
Arriscar-se não é para covardes
Ser não é para covardes
Viver não é para covardes
Solteirar não é para covardes
Completo 40 anos de idade daqui alguns meses. Todos os anos, momentos antes do badalar da meia-noite, faço meu balanço de descobertas, aprendizados, erros, acertos e tudo mais que couber na minha pausa reflexiva. Este ano não vou aguardar os doze meses da minha última primavera. Abri uma exceção para observar meus passos junto com o Solteirar, que completa seu primeiro ano neste mês de agosto.
O Solteirar surgiu como uma brincadeira. A idealizadora, ao nos confessar suas divagações, parecia descrever uma mesa de bar rodeada de mulheres contanto suas cômicas, trágicas e alcoólicas histórias sobre ser solteira. Mas, ao ser desafiada a colocar no “papel” todos esses anos de experiência, tive receio de revolver o passado, de questionar o presente e de sentir a insegurança do futuro.
Não sei se disse sim ou se apenas silenciei. Talvez a própria inércia das minhas emoções me guiaram para a resposta, não me recordo.
Para o balanço deste ano, escolhi um momento especial para me inspirar. Por volta dos 22 anos decidi encarar minha acrofobia¹ e descer um tobogã de uns bons metros de altura num parque aquático. Não preciso dar detalhes da sensação de arrependimento que me consumia enquanto a fila ia diminuindo e minha hora era iminente. O fato é que aqueles 10 segundos de queda foram tão incríveis e libertadores que eu só pude agradecer à loucura que me fez superar o desejo de desistir.
Este pedaço de memória representa completamente meu último ano. Nesses últimos 365 dias tive a mesma sensação daquela queda. Entreguei-me às mulheres que buscam a libertação de seus medos e tento traduzir em cada texto a nossa rotina de preparação para o passo que antecede o salto de liberdade.
E não à toa, este ser metódico, quebra seu ritual quadragenário particular de comemoração: nasceu uma nova Glória com a descoberta desse impulso de coragem, o Solteirar.
¹ A acrofobia o mesmo que “larofobia” é o medo irracional de lugares altos.