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Polêmica

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Quanto mais convivo com as novas gerações, mais aprendo com elas. Confesso que me sinto bem mais antenada que a maioria dos meus colegas de trabalho e outras balzaquianas.

Essa galera é de fato desprendida de vários limites. Eles encaram o corpo como um instrumento de bem estar e sentem orgulho dele.

Sempre percebi meu corpo como uma fonte inesgotável de prazer, seja ao sentir a água morna em um delicioso banho de banheira, seja em um ato sexual, na dança ou no exercício físico. Mas, essa turma da faixa etária de 21 a 30 anos me mostrou que meu corpo tem limites ainda inexplorados, e um deles é o limite da exposição.

Um amigo me incluiu em um grupo de WhatsApp com participantes de todo Brasil. Eu era a tiazinha do grupo. Logo, imaginei que eu seria a pessoa que teria mais experiências a transmitir. Mero engano, eles falavam sobre tudo, desde política até sexo, com uma liberdade de opinião invejável.

Em determinado momento do dia, começavam a teclar a célebre frase “Manda um Nude”. Para minha incrível descoberta, comecei a receber Nudes de homens e mulheres que se expunham sem se preocupar com um determinado padrão de beleza. Cada um expunha seu ângulo preferido e recebiam elogios de seus pontos fortes. Ninguém ali estava preocupado se estava acima do peso, se o peito era grande ou pequeno demais, e outras preocupações que a minha geração tem pavor.

Me incentivaram a me expor também, de uma forma muito respeitosa. Afinal “nude” pode ser desde um ombro à mostra até um close em órgãos genitais. Tudo depende do que esse termo significa para você.

Foi aí que descobri que para mim existe um padrão para Nude em grupo e outro para Nude privado. No privado, consigo me expor mais, porém,  essa exposição só rola com quem já me viu nua pessoalmente. No grupo, meus Nudes não superavam o que qualquer pessoa visualizaria se me encontrasse na praia, afinal meus biquínis e calcinhas possuem o mesmo tamanho.

Um dia desses, um colega de trabalho mandou em um grupo corporativo uma foto dele de sunga com uma cerveja na mão para fazer inveja aos colegas, pois estava em férias. Não me contive e soltei um “opa, Nude corporativo”.

Outro dia acordei com um toque do meu celular e uma mensagem privada com a imagem de um belo membro acompanhada da seguinte frase “Sonhei com você”. Dei uma boa risada e saí feliz da cama.

Portanto, o Nude pode ser belo, divertido, provocador ou até intimidador, mas o que vale é perceber que as novas gerações tratam o tema com liberdade e desprendimento, como mais um fato de seu cotidiano.

Precisamos estar preparadas para o Nude nosso de cada dia.

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Venho por meio desta, agradecer os bons momentos que você me proporcionou após nossa separação. Quero agradecer por ter tornado minha visão mais ampla, visto que após deixar de olhar só para você e nossos planos de família feliz, eu passei a olhar um mundo que até então era desconhecido. Meu novo mundo é cheio de interações construtivas e aprendizados com pessoas diversificadas.

Quero agradecer-lhe por me mostrar que meu sonho verdadeiro não era me devotar a alguém, e sim, compartilhar momentos.

Gostaria de comunicar-lhe que a convivência contigo, me mostrou quais são os meus limites.

Agora sei o que eu tolero e o que não é mais aceitável para mim. Porém, a nossa separação me mostrou que as banalidades do cotidiano são muito pequenas para a grande mulher que sou.

Logo após o rompimento, fui induzida a uma análise profunda do que eu entendia serem meus defeitos, uma vez que impossibilitaram a continuidade de nosso relacionamento. Descobri que sou imperfeitamente feliz e que essa felicidade não cabia em nosso relacionamento.

Passados os primeiros momentos, descobri que sou mais compreensiva do que eu mesma imaginava, pois compreendi que você não é um cara ruim, apenas não é bom o suficiente para estar comigo.

Agradeço-te imensamente por me deixar livre, por soltar as amarras que nosso relacionamento inseria na minha tão limitada vida.

Hoje sou mais! Sua ausência adicionou nossos atributos à minha personalidade. Sou mais guerreira, forte, sincera, transparente, feliz, sábia, adaptável, sedutora e principalmente solteira.

Estava no aeroporto de Navegantes, em uma terça-feira às 18h30, horário em que o avião deveria estar decolando. Porém, sou informada que por motivos meteorológicos, meu vôo iria atrasar por 2 horas.

“Estamos tendo uma nevasca ou são apenas raios?”

Uma mensagem vinda de São Paulo no grupo “Solteirar” interrompe minha análise:

Spagofreda: PQP, deixei o escritório e vim trabalhar em casa, pois não tínhamos energia. Daí atravesso a cidade e também não tem luz em casa! Como assim?!

Conto então que estou presa no aeroporto e todas as demais começam a se manifestar:

Zefa: Gente, meus filhos estão presos na escola, pois estou há 45 minutos sem sair do lugar! Caiu uma árvore no meu bairro e provocou um trânsito enorme!

“Ela mora há aproximadamente 3 km da escola.”

Eva: Meu chefe nos dispensou devido à falta de energia e agora estou ilhada no meio de um alagamento.

“Ela não trabalha no mesmo bairro que a Spago.”

Glória: Galera, parem de reclamar! Acabei de atender um paciente que está surtando. Olha só: o cara usa transporte público, sai de casa super cedo, chega tarde, quase não tem tempo para dormir, seu filho tem problemas de saúde e ele está desesperado, pois é cliente da Unimed Paulistana, que quebrou, e ele morre de medo de depender do caótico serviço público de saúde.

“Ela tem razão! Tem gente precisando mais desta estrutura precária do que nós.”

Lana: Galera, estou na Avenida Roberto Marinho em desespero, porque estou parada e observando os usuários de crack da região, os moradores da obra não finalizada.

“Este cenário é realmente assustador.”

Otávia: Ei, vocês reclamam quando não chove e agora estão reclamando devido à chuva? Me poupem! No Japão isso não acontece.

Renata: Meninas, eu estava aqui desabafando com o gatinho do escritório que hoje terei que trabalhar até tarde, enfrentar este caos de cidade e chegar mais cedo amanhã. Ele ofereceu seu apartamento que é aqui pertinho para eu passar a noite. Uhu!!!

“Essa sempre faz do limão uma limonada…rs”

Juliette: Não acredito! Bati no carro da frente enquanto lia as mensagens de vocês. Não consigo acompanhar, quero dar minha opinião, mas acho que também tenho um problema de infra….hahaha

“A mais atrapalhada do grupo. A gente se diverte com ela.”

Hipólita: Queridas, estou em casa, pois havia uma previsão de chuva forte no final do dia, então resolvi todos meus assuntos mais cedo. Afinal, estamos em um país tropical que, por falta de infraestrutura adequada e uma série de obras inacabadas, sofre com a ausência de chuva e com a presença dela.

“Sábio resumo da situação! Brasil, conforme-se ou deixe-o.”

Vocês já devem conhecer o conceito de “carona solidária”, certo?

Conceituado como o uso compartilhado em alternância de um automóvel particular por duas ou mais pessoas, para viajar juntos durante o rush para o trabalho ou para a escola, este conceito traz benefícios para toda sociedade em termos de custos, poluição e melhor distribuição do fluxo de veículos nas ruas.

Pois bem, hoje vou lhes apresentar um novo conceito de atitude solidária.

Eu não aguentava mais minha amiga Júlia reclamar que já tinha se relacionado com homens e mulheres, mas que era uma azarada, pois os caras nem eram tão bonitos ou bons de cama, mas sempre davam um jeito de prendê-la aproveitando de sua bondade, explorando-a de alguma forma.

Em uma de nossas conversas, consegui evitar que ela convidasse um “aproveitador” a se transferir da casa onde explorava a atual esposa para a casa dela. Pasmei quando ela me disse que o cara a chantageava dizendo que só teriam sexo novamente depois que morassem juntos.

Sendo assim, propus à minha amiga apresentá-la ao Leonardo, uma amigo pegador do tipo “pega e não se apega”, para que ela curtisse um pouco de sexo sem cobrança e, melhor, de boa qualidade.

Como assim? Você vai me apresentar e pronto? – indagou ela.

Claro! Promovo um jantar em casa e dou um jeito de sair fora por algum motivo e os deixo sozinhos. Ele vai agir com certeza. – respondi eu com a maior naturalidade.

Bem que você podia permanecer conosco, não acha? – propôs a tal moça.

É verdade. Por que não? – respondi já pensando na diversão.

É claro que meu amigo topou a festinha lá em casa, sem pestanejar.

A cumplicidade foi divertidíssima, e, de quebra, descobrimos o conceito de “sexo solidário”. Você e sua amiga compartilham o macho, seu amigo fica satisfeito e sua amiga aliviada. Você se diverte aprontando mais uma de suas experiências, e todos são beneficiados. As amizades se solidificam e até o ambiente em torno dos participantes se beneficia do bom humor e da auto confiança que pairam no ar nos dias seguintes.

Solteirando pelas redes sociais