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O impacto de uma vida mal vivida pode ser mais devastador que qualquer ausência de relacionamento ou crítica da sociedade.

Pessoas que insistem em um relacionamento movido a conflitos, que se anulam para viver a vida do outro, ou que abandonam seus sonhos e vontades para manter um padrão social, dificilmente conseguem ser felizes.

Não estou dizendo que relacionamentos devem ser como em conto de fadas. Não acredito em felizes para sempre, nem o tal amor verdadeiro. Mas creio fielmente, em cumplicidade, respeito e parceria para que cada indivíduo possa dar o seu melhor em um relacionamento.

Também não estou falando de um modelo de relacionamento empacotado em monogamia. Cada casal sabe o que valoriza. Relacionamento aberto, sadomasoquismo, cada um na sua casa, ou juntos e grudadinhos, são modelos que podem ser perfeitos para parcerias de uma vida toda. Basta que ambos acreditem nisso, e que o respeito aos valores e aos sonhos do outro seja sempre mantido.

Porém, relacionamentos onde há constante julgamento dos valores do outro, dificilmente funcionam. Se uma pessoa critica a outra constantemente e a coloca para baixo, acabando com sua autoestima, ou ainda se há presença de violência moral, física, emocional ou financeira, ambos se tornam vítimas de uma relação que contamina filhos, e qualquer um que conviva com o tal casal.

Digo vítimas, pois uma relação dessas impede a felicidade de ambos, tanto o agredido quanto o agressor vivem de forma perturbadora. Parece lógico, mas qual a razão por tantos relacionamentos permanecerem nesse ciclo por anos e anos?

Em alguns casos, isso se explica pela própria educação recebida ao longo dos anos. Em outros, há uma fragilidade psicológica em seguir em frente, e existem também os casos de falta de clareza do futuro. A pessoa fez um mapa mental do felizes para sempre e continua insistindo em fazer isso funcionar e assim pode chegar ao fim da vida sem ter vivido plenamente.

Tenha certeza que romper um relacionamento não é fácil e haverá um período de tristeza, mas é melhor ter um momento de tristeza do que ser infeliz por toda a vida.

 

Para mim o Natal tem uma série de significados. Alguns extremamente emocionais e outros extremamente operacionais que me deixam completamente maluca!

Junto com o Natal vem o desespero, significa que estamos no último mês do ano e tenho uma meta para bater. Sempre tem um item que se arrasta por todo ano e o resultado é praticamente uma loteria a ser ganha com muita sorte. Na sequência me lembro das atividades que precisam ser cumpridas, mesmo que o 13o. salário não seja suficiente para bancar a saga de todos encontros com os amigos, a lista de presentes dos familiares e amigos e as atividades sociais.

Mas, o que realmente me enlouquece, é o trânsito nos locais. Onde há pessoas e carros juntos a coexistência não é nada pacífica e muito menos natalina. Parece que todos estão procurando o Papai Noel, porém  deixaram escondidos no meio dos enfeites de Natal a educação e o respeito ao próximo. Não vou falar de espírito natalino, porque na selva dos locais de compras encontramos quase o terror da guerra.

Mas, entre sensações extremamente bregas e outras cheias de amor, me encho de coragem para ultrapassar a zona de guerra chamada “Fim de Ano”, porque o Natal tem para mim alguns significados emocionais muito fortes, como:

  1. Confraternizar com os amigos. São sempre momentos divertidos, regados a risadas e muitas histórias. Todo ano alguém dá um novo fora ou apronta algo diferente que vai aumentar o repertório de lembranças que me fazem rir sozinha.
  2. Reunir a família. Geralmente é o único momento no ano onde estão todos os primos, tios, cachorros e agregados juntos. Este encontro é necessário para recarregar as energias.
  3. Apreciar as luzes de Natal pela cidade. Eu sei que é brega, mas eu acho lindo!!!Algumas decorações me remetem a infância. Sinto o mesmo encantamento em meu coração de quando eu era uma menininha magrinha e inocente. Sinto tanta saudade de ser magra que pediria este presente ao Papai Noel, se este bom velhinho pudesse se materializar…
  4. Receber as informações da criança que presentearei sendo Mamãe Noel. Saber que pelo menos uma vez no ano poderei dar um pouco de esperança a alguém que não conheço me enche de alegria. Me alimenta a esperança de ajudar a tornar este mundo um lugar melhor para todos viverem.

Desejo um Natal Emocionante para você que acompanha minha vida no Solteirar!

 

Quero a minha liberdade, por isso respeito meus sentimentos, meus valores, minhas paixões. E para viver livre, procuro respeitar o espaço do outro.

Parece uma atitude tão simples respeitar o outro, mas a cada dia que passa me deparo esbarrando com o ego alheio. Vocês devem estar me achando metafórica, mas a verdade é que o ego inflado provoca fenômenos reais. Vejam alguns exemplos:

1 – Eu tenho o hábito de parar para o pedestre que se encontra corretamente na faixa de pedestres.
Reação 1 – Fenômeno sonoro I: o louco que está atrás de mim estoura a buzina como se eu estivesse na contramão. O que eu fiz foi só respeitar as regras de trânsito.
Reação 2 – Fenômeno sonoro II: o “desligado” que está atrás de mim e que nunca enxergou a faixa quase bate na traseira do meu carro e, na sequência, coloca a cabeça para fora gritando palavrões.

2 – Vejo um idoso tentando pegar um táxi. Logo vou até a rua parar uma unidade
e ajudo a pessoa, que normalmente tem dificuldade para andar ao entrar no táxi.
Reação única – Fenômeno sonoro III: a doida que precisa parar e me esperar talvez uns 3 minutos, me xinga porque estou atrapalhando o trânsito.

3 – Sou agredida verbalmente em uma reunião de trabalho onde um(a) colega diz que estou com o procedimento errado. Ao retornar ao meu posto, resgato o e-mail informativo onde não consta a informação. Volto ao colega pedindo detalhamento do passo a passo, já que ELE (A) não tinha me dado a informação completa.
Resposta do(a) colega: “O projeto está em piloto e ajustes estão ocorrendo.” Logo, ele não se esqueceu de me avisar.
Observação para garantir o entendimento: ELE (A) pode se esquecer de me enviar a informação. Eu é que devo consultar os astros para saber das alterações do projeto. Seria tão mais simples dizer: “Juliette, me desculpe, achei que já lhe havia informado. Seguem as informações e siga com o novo procedimento”.

Vou parar nos três exemplos acima, porque a lista de atitudes mal educadas é enorme e o texto ficará muito chato! E aí você pergunta: “ E o assunto é chato, por que falar disso em um blog tão legal?”
Eu lhe respondo: “Quero um mundo melhor e aqui é um espaço onde a minha liberdade de expressão é totalmente respeitada.”

O difícil é ver que alguns seguem acelerando para pedestres, buzinando para idosos preocupados exclusivamente com o seu próprio espaço e EGO e, ao mesmo tempo, reclamam da política, dos serviços e talvez deem um “jeitinho” de reaver sua carta de motorista apreendida por excesso de multa. Ou então estão lá no café, falando mal do colega de trabalho que queria a informação correta para atender bem o cliente. Talvez este tipo de pessoa seja um usuário frequente dos call centers querendo soluções diferenciadas, mesmo que ele mesmo não seja capaz de respeitar o próximo e trabalhar em equipe.

Enfim, este desabafo chato é um pedido pela liberdade, porque a educação, o respeito ao próximo e o bom caráter são a base para uma sociedade de fato LIVRE e próspera.

 

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Dizem que as mulheres saem com um cara avaliando se ele seria um bom pai para os seus filhos. Sim, uma boa parte das vezes é verdade, e faço esta avaliação, até mesmo porque quando estou bêbada, todos os homens ficam interessantes, simpáticos, charmosos e até inteligentes mais do que a média.

Fazer esta avaliação não significa, meus caros portadores do cromossomo Y, que os tornei prospects potencial a companheiro da minha vida, muito menos faria concessões para elegê-lo pai do meu herdeiro/herdeira!

A avaliação também não é um comportamento desesperado de maternidade. Faz parte apenas de um processo rápido e contínuo de pensamentos múltiplos, os quais acontecem em fração de segundos, sem que eu mexa sequer um músculo da minha face. Esta é mais uma prova máxima de altíssima capacidade de processar informações que toda mulher tem (também chamada de inteligência).

Por que faço este tipo de análise ao invés de me entregar ao momento? Primeiro, eu me entrego ao momento ao mesmo tempo que faço análises. Segundo, quero ser bem tratada, e se um ser adulto não é capaz de tratar bem uma criança, como saberá me dar o respeito? E vamos ser honestas? Toda transa traz o risco da gravidez, mesmo que em um percentual mínimo.

Parece ser uma tarefa difícil ser pai de um filho de uma mulher independente e bem resolvida, mas não é. Veja, uma mulher bem resolvida quer que o seu filho tenha um pai de caráter, que seja exemplo de bons princípios e dê a esta criança uma base sólida, para ela seja capaz de fazer boas escolhas em sua vida.

Pai e mãe são aqueles que criam e não simplesmente procriam.

Feliz dia dos Pais a todos aqueles que tem espírito Solteirar em sua essência.

Agradecimentos ao Blog Seller (www.lojaseller.com.br)

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Tantos séculos nos separam da pré-história, mas qualquer pretexto leva o ser, não tão humano quanto pretende, a voltar às origens bestiais.

As desculpas são inúmeras para esse comportamento e as razões tantas outras, mas no fundo mesmo, com a sagrada desculpa da religião, o motivo é sempre o econômico e o poder advindo dele (e não só para assassinatos). A opressão gera desconforto e ele se transforma em violência.

Nós brasileiros dormimos e acordamos com essa, aqui, banal violência e de jeito nenhum por motivos “tão nobres”… A estatística tem números de guerra para o chamado povo “cordial”.

Imaginem, então, o indivíduo que é motivado com a promessa do paraíso, este não enxerga nada, já que deve ter uma vida infernal, e a lavagem cerebral manda o seu bom senso para longe (será que é capaz disso). O desconforto que qualquer indivíduo de qualquer lugar sentiu por este episódio de massacre e suas razões foi pungente. Ah… Pobre Charlie… Ah… Pobre humanidade!

Sobre diferenças, minha sábia avó dizia que, na casa dos outros, seguem-se suas regras. Lembro-me de ir fazer trabalho escolar na casa de dois colegas irmãos, Beth e Beto. A família era admirável, pai, mãe, tantas tias, avós e outros, todos uns doces. A baixela que usavam para o serviço no almoço era linda, muito mais fina que o “colorex” de minha mãe. Mas eles pegavam o tabule e o kibe com as mãos, envoltos na alface romana e arrotavam com desenvoltura. Eram árabes católicos e muito aprendi com eles: o capricho, a união familiar, muitas receitas deliciosas e o respeito para comigo, uma diferente.

Num país que dá guarida a inúmeros seres tão necessitados, pois do contrário não sairiam de sua terra natal – em especial esta França memorável, baluarte do mundo nas questões ainda não alcançadas de respeito e liberdade – como alguém pode querer impor suas normas, costumes, padrões: eles é que são os estrangeiros. No mínimo, se não sabem agradecer, deveriam respeitar, adequar-se… Quer queiram ou não, não têm o mesmo direito dos nativos que os recebem.

Matar em qualquer lugar civilizado é crime, deve ser punido. 

Solteirando pelas redes sociais