O amor próprio vence:
A Tristeza,
A Depressão,
A Doença.
O amor incondicional vence:
O Tempo,
A Distancia,
O Cansaço.
O amor de coração vence:
A Guerra,
O Preconceito,
O Terror.
O amor pelo outro vence:
O Ciúme,
A Carência,
A Solidão.
O amor é capaz de construir riqueza, de gerar vida, trazer felicidade. Se você estiver envolvido em qualquer tipo de amor que não lhe traz nenhum sentimento bom, tenha certeza, o que você está vivendo é ilusão
Torcemos para que você seja uma pessoa alegre, muito divertida e seja daquelas que para você não tem tempo feio. Mas, mesmo assim, tem dias (ainda que seja um único diazinho) que bate aquela tristeza, sem muito motivo. Aquele dia meio cinzento, sem nada para fazer… Ou aquele dia em que sua cabeça começa a trabalhar demais e te deixar reflexiva e meio deprê.
Para esses dias, aí vão algumas dicas do que fazer e voltar a se animar:
– Use uma roupa colorida;
– Compre flores para casa;
– Comece a criar um blog;
– Vá ao cinema sozinha;
– Saia de casa e vá a um café, uma doceria ou uma sorveteria e leve um bom livro junto;
– Programe seu próximo fim de semana;
– Tome um belo e demorado banho, com direito a massagem, sais e tudo mais;
– Faça algo de bom para alguém. Ainda que seja ajudar um idoso na rua, brincar com uma criança ou fazer um simples favor a alguém;
– Exercite-se! Corra, caminhe, ande de bicicleta!
– Ame! Uma pessoa, uma música, um animalzinho, uma poesia.
Perder alguém é como vagar em silêncio pelo desconhecido. É a saudade perpétua. É conhecer o rascunho do epitáfio. É ter fé no subjetivo mesmo que a dor se assemelhe a uma ferida na carne. É saber que o sofrimento, para além da ótica daquele que padece, não passa de um desconforto pessoal ao assistir a tristeza alheia.
O pesar exige disfarce, é preciso abandonar o véu do luto, ainda que não se tenha superado internamente a comoção do óbito. Existem as fotos, retratos e suas molduras, que retardam o desapego. Na verdade, esse alguém que se vai é, por vezes, uma imagem indissolúvel e quase indissociável daqueles que ficam. Mas, essa dor não pode ficar exposta. O luto tem um prazo de validade aos olhos de outrem.
Entenda, não há quem goste de lamúrias. Passada a missa de sétimo dia, você deverá ter se conformado com aquela ausência perene e se enveredará por mensagens otimistas de superação.
Mas como?
Parece uma conta simples. Você leva uma vida amando e vivendo na presença de um ser, mas, de repente, ele se vai e você precisa encaixotar todo esse histórico e sorrir. Não dá.
Alguns laços não se desfazem nem no túmulo, mas são silenciados pelo cotidiano.
Anualmente temos um dia de abertura para expressar essa melancolia sem incômodos e, de certa forma, se reencontrar com quem já se foi. Porque, na verdade, a morte não é barreira para quem pelo amor ainda vive.