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autoestima
Uma das conclusões difíceis de se aceitar é quando chegamos ao ponto em que começamos a aceitar a frase acima. O cara há tempos dá sinais de que não está mais a fim, mas vamos nos enganando, fingindo que não desconfiamos disso. Até que não dá mais para esconder e se iludir.
O fato é que dói demais saber que a pessoa que desejamos não mais nos deseja. Sentimo-nos desamparadas e tudo mais.
Mas, nessas horas o importante é levantar a cabeça e sair o mais rápido possível dessa “apaixonite” não correspondida. Quando o amor não é mais correspondido, o melhor que temos a fazer é superar a decepção e desconstruir a idealização de que ele era o príncipe encantado, que era o único amor do mundo.
Não adianta só lembrar das qualidades e dos momentos incríveis da relação. Pois sabemos que quando estamos apaixonadas, tendemos a exagerar nas qualidades dele. Logo, precisamos racionalizar um pouquinho e lembrar de alguns vários defeitinhos que ele tem.
Ponto também importante nessa situação: afastarmo-nos da pessoa amada para rapidamente reconstruirmos a nossa autoestima. Ficar procurando notícias dele, buscar informações pelos amigos, redes sociais e relembrá-lo nada mais é do que ficar traumatizando a situação, uma espécie de autoflagelo que só prejudicará a autoestima e a prontidão para uma nova relação.
Embora a tristeza aperte nossos corações quando realmente gostamos de alguém que não mais nos goste, é preciso que enxerguemos o fim do namoro como uma oportunidade. Um tanto quanto estranho, mas me explico: uma relação problemática ou de amor não recíproco pode só potencializar e prolongar sua tentativa frustrada de tentar reverter uma situação que não tem mais jeito. Assim, o fim dessa relação passa a ser sim uma oportunidade de libertação, de autoconhecimento e de busca para de uma real felicidade.
Óbvio. Sabemos que sofremos, choramos por dias, ficamos tristes. Sofrer é natural e faz parte do fim de uma relação. Afinal, quem, nunca quiser sofrer, nem se arrisque então. Mas devemos encarar e respeitar a rejeição dele com naturalidade. Afinal, a vida é feita de alegrias, mas de decepções também.
Nosso sofrimento é normal e várias outras pessoas também passam pela mesma tristeza. Por isso, viremos a página. Sigamos em frente. Vamos fazer cursos, sair com as amigas, ir ao cinema… Isso aumentará as chances de conhecer alguém.
Como diz o ditado, “amor com amor se cura!”
Covardes são aqueles que mais mentem
Covardes são os que fogem das responsabilidades
Covardes são os que traem os amigos
Covardes são aqueles que roubam as glórias e méritos dos outros
Covardes são aqueles que se fingem de mortos
Covardes são os que adoram depender de outrem
Covardes são os que são verdadeiros medrosos na vida
Covardes são aqueles que duram mais, mas vivem menos.
Amar não é para covardes
Autoestima elevada não é para covardes
Lealdade não é para covardes
Liberdade não é para covardes
Arriscar-se não é para covardes
Ser não é para covardes
Viver não é para covardes
Solteirar não é para covardes

Solteirar.com
Namore. Ame. Brigue. Faça as pazes. Brigue de novo.
Seja breve e prática na fala. Ainda que detalhista nos pensamentos.
Sorria sempre. Mas permita-se ficar mal-humorada às vezes.
Seja sensível. Chore.
Corte os cabelos bem curtos. Faça uma grande tatuagem e ponha piercing.
Vá em frente. Dê o primeiro passo. Acerte e erre.
Arrisque-se, sem pedir permissão ao mundo. Depois, perdoe e peça perdão.
Seja você para você. Não para os outros.
Descubra-se. Faça terapia, medite. Faça compras. Faça o que quiser.
Não se case. Ou, se case. Não tenha filhos. Ou, tenha.
Fique bêbada. Tome muitos porres com as amigas e amigos.
Viaje. Leia. Escreva.
Desapareça do mundo por um tempo.
Seja a mulher da sua vida.
Olhe-se no espelho todos os dias e sinta orgulho de você.
Ame-se. Ainda que esteja sem maquiagem, que não esteja em forma.
Seja inconsequente.
E faça tudo isso agora.
Porque a vida é curta. Muito curta.
Eu fico comigo. Você fica com você? Eu me acho a minha melhor companhia. Me divirto comigo mesma, rio sozinha (e muito!), choro também (e muito!), ando de bicicleta, leio, estudo, medito, ouço música, fico de papo para o ar. Às vezes brigo comigo mesma, mas acho que é normal a gente discutir com a gente mesmo, né? Na minha opinião, se eu não me achar uma ótima companhia, quem vai achar?
Muitas mulheres esperam que seus namorados, maridos, companheiros sejam sua melhor companhia e vice-versa. Porém, essas pessoas não são suas próprias melhores companhias. Então como fica esse jogo? Duas companhias ruins que esperam que estejam bem acompanhadas. Que loucura!
Um espera do outro o que o outro não pode ser. Daí fica difícil. Então é melhor gostar de nós mesmas primeiro, saber nossos gostos, saber o que nos faz feliz, o que nos deixa tristes, o que gostamos de fazer, para que quando estivermos acompanhadas estejamos realmente acompanhadas e não largadas em cima do outro.
Não sou contra namoros, casamentos, ajuntamentos, enrolamentos, seja lá o que for… Mas que seja pela companhia, pelo acolhimento mútuo, pelo ombro amigo, pela diversão e um junto caminhar. Eu me amo e amo você também, meu amor, muito!
Longe de serem estas linhas um texto de auto-ajuda. Mas, bastar-se é relevante para qualquer mulher que pretenda manter-se alinhada ao equilíbrio.
Ser generosa, ou decidida, ou delicada, ou durona, ou sexy, ou ter qualquer outro atributo que componha a alma feminina e suas diferentes personalidades, não pode estar desassociado do aprender a ser feliz apesar de tudo.
Os indivíduos, de maneira geral, caminham para um comportamento de autoproteção que os levam a um egoísmo até certo ponto compreensível. Tudo é muito relativo e relacionamentos também.
A mulher está muito mais prática e os homens, na defensiva. Então, em matéria de amor, por qual razão queremos tratamento do século passado? Amores intensos emocionais e/ou físicos não importam em postura masculina à antiga, nem em mulheres que, no final, e já aprendemos que este final ocorrerá, estarão desesperadas, vilipendiadas, sofredoras…
Mudemos a cantoria e estejamos preparadas para tudo. E tudo pode até significar uniões duradouras. As breves ou passageiras uniões são nossas já velhas conhecidas… Não há mais princesas ou príncipes. Nem há bruxas ou sapos. Sejamos práticas e muito mais nós mesmas.
Tirando a adolescente que tem muito a aprender, mas pode mais ainda se tiver o exemplo das mais experientes; nós, as outras, precisamos fugir do estereótipo de coitadas e lutarmos para distanciarmo-nos de fragilidades.
Independências financeira e emocional são passaporte para mulheres mais realizadas e, claro, mais completas. Felicidade total ninguém tem.
Comportamentos mais racionais aplainam caminhos. Temos de aprender que contos de fadas e belas estórias enfeitam e enriquecem nossas vidas, mas não funcionam na prática. Divida-se e muito, sem deixar de bastar-se.
Sei que o Verão é a estação queridinha das saradas e bem-resolvidas, mas neste quesito faço claramente parte do grupo de controle, pois sou daquelas que agonizam só de pensar em ficar de braços, pernas e em casos extremos, até a barriga de fora. Resumindo, minha autoestima não aguenta tanta exposição da figura assim.
Obviamente está tudo errado neste calendário de estações, e registro aqui minha crítica: Como pode logo após o período separado para o acúmulo de gordura, também conhecido como dezembro, vir ele, o carrasco, o Verão (seu início é em 21 de dezembro, mas só lembramos após todas as festividades)? E o pior, ele não vem sozinho, vem com uma placa enorme: Exponha-se agora ou derreta de calor!
Se você é das minhas, não há muito a se fazer agora. A escolha foi nossa, três estações repletas de regimes de engorda e sedentarismo para uma de puro arrependimento. Então, segue a regra básica para sentir-se melhor neste Verão: ACEITE-SE!
É isso mesmo, não há mais o que fazer no curto prazo. Então, como dizia algum sábio poeta do século XX, “Tira a calça jeans e bota um fio dental…”*. Na verdade, não precisa ser tão radical, mas vale libertar suas regatas, saias, shorts, vestidos e, é claro, o agora não mais temido biquíni. E quanto às estratégias de mudança… Comece na próxima segunda ou, quem sabe, até deixe-as para a próxima leva de estações. O importante é estar bem consigo mesma (com saúde, é claro) e entender que seu corpo é parte de você e nenhuma celulite vai mudar o quão incrível o Verão (e você) pode ser!
Partiu praia?