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Chegou o momento da virada e a única certeza que você carrega é que você está um ano mais velha. Que ótimo! Provavelmente você está mais experiente também e com a oportunidade de fazer seus planos com mais assertividade para o novo ano.
Obviamente, ao pular as setes ondas, comer romã, brindar com amigos e outras tradições; você vai fazer promessas ou mentalizar desejos como estar mais próximos aos amigos, querer um grande amor, saúde, felicidade, etc.
Porém, como será no primeiro dia útil? Você está pronta para fazer algo diferente?
Prepare-se: O melhor é fazer este plano antes da virada para começar a executá-lo no primeiro dia do ano.
Desafie-se: O que precisa mudar? Quais seus objetivos de vida?
Alguns de seus propósitos podem ter uma jornada de longo prazo, mas é preciso planejar a sua etapa de 2017. O amanhã é resultado do plano elaborado ontem e executado hoje.
Sonhos e desejos fazem nossa vida mais bela, mas planos não podem ser tão subjetivos quanto sonhos. Portanto, planos são quantitativos. Por mais subjetivo que pareçam, alguns sonhos podem ser compostos por etapas metrificáveis. Você deseja viajar o mundo? Quais são os países que você quer conhecer em 2017? Em qual época? Quanto precisa? É logico que você não terá essas respostas no primeiro dia do ano, mas que tal definir o período que você estará dedicada ao planejamento deste objetivo?
Não esqueça de inserir em seu plano anual, quais os feriados que você poderá viajar, quando você irá tirar férias, os contratos que vencem ao longo de ano (locação, seguro, empréstimo, etc), seu retorno ao dentista ou a data de seu check up.
Não deixe de sonhar e desejar tudo de bom para o próximo ano, mas lembre-se que cabe a você fazer as coisas acontecerem; e com planejamento é muito mais fácil atingir seus objetivos. Um brinde ao novo ano e a sua capacidade de orientar o rumo de sua vida!
Faltam menos de 30 dias para terminar o ano e esta época é cercada de reflexões. Algumas pessoas nem sequer se lembram o que pediram ao pular as sete ondas ou ao fazer o brinde da virada. Outras, sabem exatamente qual foi o motivo do pulsar de seu coração ao iniciar o ano vigente.
Se você se lembra do que planejou para 2016, é hora de conferir quais os objetivos que você atingiu. Se não atingiu parte deles, vale refletir sobre quais foram os motivos. Afinal, nem sempre é ruim não fazer o que foi planejado.
Talvez você tenha planejado passar férias em um lugar radical, que exigiria muito da sua forma física, mas teve a surpresa da chegada de um bebê para alegrar a vida. Pode ser que você tenha planejado se mudar de país, mas encontrou o emprego dos sonhos pertinho de casa. Enfim, muitos são os fatores positivos que podem alterar nossos planos.
Por mais que o planejamento pessoal seja um norte a seguir, não podemos deixar de viver oportunidades para cumpri-lo à risca. Por outro lado, não vale a desculpa de aproveitar a vida loucamente e se tornar negligente demais com seus planos.
Outro hábito que não é nada saudável para seus planos e realizações é colocar a culpa em terceiros. É claro que fatores externos podem dificultar seus planos, mas corrigir o curso de sua vida é responsabilidade sua. Os planos devem ser revisitados ao longo do ano e o curso ajustado à medida que eventos incontroláveis acontecem.
Um bom planejamento requer simulações e alternativas. É certo que planejamos sempre o caminho feliz, mas já no primeiro mês do ano, podemos começar a simular situações, como por exemplo: Se eu fosse demitido hoje, o que eu teria que fazer?
Acreditem, isso não é pessimismo! Sou muito otimista. Prever fracassos é um forma de estar preparado para alguns embates da vida e ter poder de resposta mais ágil sobre situações indesejáveis. Porém, o exercício de analisar riscos também requer acreditar em novas soluções.
Outro aspecto importante da análise é perceber se seus esforços foram direcionados para boas escolhas. Você pode ter cumprido tudo o que planejou, porém sem ter os resultados esperados. Neste caso, vale verificar onde foi a falha de sua estratégia. Pode ter sido falta de experiência, conhecimento ou até mesmo ter superestimado os resultados. Para não errar novamente, discuta seus planos com alguém que possa complementar sua visão.
Então vamos lá, procure listar as lições aprendidas, o que te influenciou positivamente e negativamente. Tenha orgulho de suas realizações e aprenda com as que não foram bem sucedidas e agradeça por ter a oportunidade de estar finalizando mais um ano.
É difícil de assumir, e sempre que me perguntam se tenho medo de relacionamento, eu nego. Porém, a verdade é que tenho medo de relacionamento sim.
Tenho medo de perder minha liberdade, medo de ter que vincular a minha felicidade à presença de alguém.
Tenho medo de me comprometer com algo que não serei capaz de cumprir, medo de fingir para agradar.
E qual a razão de eu não assumir que tenho medo? O único motivo é ter preguiça de explicar. Sei que a próxima frase será “Você precisa perder esse medo”.
No entanto, este é um medo que não quero perder. Uma vez ouvi uma frase “Coragem não é ausência do medo e sim um modo de enfrentá-lo”. Por isso, não quero perder meu medo de relacionamento, mas talvez eu encontre alguém ao longo do caminho que valha a pena ter coragem de me relacionar.
E você? Tem medo de se relacionar? Como é esse medo? É uma sensação paralisante ou que te move? É uma sentimento que te aflige ou você consegue conviver com ele? Entenda que não há problema nenhum em ter medo, desde que isso não lhe torne uma pessoa infeliz.
Não vou te prometer ficar a seu lado até que a morte nos separe
Esperar a morte é muito sádico para delimitar nossa felicidade
Não quero cuidar de você, nem quero que cuides de mim
Cuidar de alguém é muita responsabilidade para uma vida
Não quero ser seu primeiro amor
Pois não acredito que até hoje nunca tenhas amado
Não te direi que serás meu único amor
Sou capaz de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo
Promessas, cuidados e exclusividade não farão do nosso relacionamento o único nem o
primeiro, mas tenho certeza que nos momentos que estivermos juntos serei seu melhor
amor.
Dizem que a solidão é triste e angustiante. Talvez porque os momentos de isolamento nos provoque reflexões das quais fugimos por meio de companhias, entretenimento ou outra ocupação como trabalho e estudos.
Sou uma pessoa muito agitada. Trabalho muito, tenho filhos e cachorros para cuidar. Nossa casa está sempre cheia de amigos e familiares. Mas confesso que tem alguns dias que tenho vontade de me enfiar em um buraco para ver se consigo ficar sozinha um pouco.
À medida que os anos passam, tenho sentido cada vez mais essa necessidade de isolamento reflexivo. É como se fosse um momento para respirar, fazer planos ou simplesmente esvaziar a cabeça.
Nos últimos feriados optei por ficar em casa, fazendo trabalhos manuais, mudando a decoração ou passeando por lojas sem fazer grandes compras, conhecendo restaurantes sem ninguém para dividir a mesa.
Sempre gostei de ir sozinha ao cinema, exposições e teatro. Adoro esses momentos.
Quando chega a segunda-feira e meus amigos perguntam como foi o final de semana, ao relatar que fiquei sozinha, percebo os rostos de compaixão e às vezes ouço um questionamento se de fato estou bem.
As pessoas não conseguem entender que minha solidão é uma opção prazerosa. Sei que tenho com quem contar para todos os momentos. Sou amiga de diversas tribos, portanto posso ter companhia pra ir onde quiser.
Comprovei que quando a solidão é uma opção, ela se torna a melhor companheira para o bem estar mental e físico. Não tenha medo de criar e aproveitar momentos de solidão. Você vai descobrir um mundo mágico interior
Responda rápido a pergunta do título. Se a sua resposta foi um sim direto e claro, você sabe o que é felicidade para você. Porém, se sua resposta foi “Sim, apesar de…”, “Sim, mas…” ou “Acho que sim”, pense bem no seu conceito de felicidade.
Existe uma pressão da sociedade que impõe que pessoas felizes precisam de dinheiro, devem ser magras, com relacionamento amoroso e outras tantas regras sociais propagadas por meio da mídia.
Há tempos eu acreditei que deveria ser assim, eu era magra, trabalhava muito, queria ser diretora de uma grande empresa e ter um casamento feliz para sempre.
Em relação ao trabalho, quanto mais eu me aproximava da cúpula das empresas onde trabalhei, mais percebia que o estilo de vida e os valores morais exigidos para se estar no topo de grandes organizações não combinavam com o que me fazia feliz. Em alguns momentos me senti agredida ao ter que assumir alguns posicionamentos corporativos, em outros me senti vendendo horas que podiam ser usadas em meu enriquecimento pessoal para garantir o meu enriquecimento apenas financeiro.
Em determinado momento, meu objetivo com o trabalho deixou de ser chegar ao topo. Não era esse o estilo de vida que me faria feliz. Continuei me dedicando ao trabalho e me dedico até hoje, porém com outro objetivo. Como estamos no Brasil, ter uma remuneração que me permitisse depender cada vez menos do governo me traria tranquilidade. Afinal, enfrentar filas para obter atendimento médico para minha mãe ou meu filho me dá pavor.
Logo, minha felicidade estava em uma relação de minimizar uma dependência em relação a algo que me incomodava.
Após os 20 anos minha relação com a balança se inverteu. Até este momento eu podia comer tudo sem me exercitar sem que um grama fosse adicionado ao meu peso. Quando cheguei aos 30 anos já tinha engordado mais de 10 quilos. Tentei lutar contra isso, fazendo academia e fazendo dieta, mas só conseguia me manter magra enquanto o meu foco era esse. Toda vez que eu priorizava outra coisa, como a relação com meu filho, ou um projeto pessoal ou profissional, lá estavam os quilos de volta. Porém, ao começar a fazer check-up médico anual, percebi que existe um peso que não me permite entrar em um jeans 40, mas que não afeta meus índices de pessoa saudável.
Logo, minha felicidade está em priorizar o que cada etapa me pede, comer o que tenho vontade, sem precisar ser escrava de um guarda-roupas e sim apenas ter atenção com a minha saúde.
Já em relação ao sonho do “felizes para sempre”, embora tivesse minhas dúvidas sobre a existência do conceito, eu me permiti tentar. Me casei e tive meu filho. Exercitei o papel de esposa dedicada e mãe. Descobri que, para mim, o conceito de me anular como esposa dedicada e ter as oportunidades limitadas pelos domingos no sofá não me fazia feliz. Eu não era o tipo de esposa que eu tinha aprendido ao longo da vida. Porém, o lado mãe é a minha cara. Portanto, aprendi que ter uma família me fazia muito feliz, mas que família é compartilhamento, é doação sem pedir nada em troca, desde que seja confortável.
A resposta da minha pergunta é sempre “SIM”. Sou uma mãe solteira, com sobrepeso e sem dinheiro para comprar roupas da moda ou viajar anualmente para o exterior. Mas tenho tudo o que preciso para ser feliz. Amo minha vida, minha paz e meu estilo de vida.
Encontre sua fórmula da felicidade, independente dos conceitos de felicidade da sociedade, da sua família ou do seu vizinho. Felicidade é um conceito sob medida, descubra a sua e Seja Feliz.
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